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Novo sistema eletrônico CISPA promete agilizar o registro de agrotóxicos e bioinsumos no Brasil

Novo sistema eletrônico CISPA promete agilizar o registro de agrotóxicos e bioinsumos no Brasil

O novo sistema eletrônico CISPA, com criação prevista na lei de agrotóxicos de 2023, pretende destravar o registro de defensivos agrícolas e bioinsumos no país. A plataforma busca análises mais rápidas dos pedidos e redução da burocracia nos processos. A criação do sistema é fruto de parceria com o setor privado, como a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão e o Instituto Brasileiro de Algodão, que investiram mais de seis milhões de dólares no projeto. A parceria teve participação também do Ministério das Relações Exteriores e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.

O novo sistema eletrônico CISPA promete mudar a forma como são registrados os defensivos agrícolas no Brasil. A plataforma, que tem criação prevista na lei de agrotóxicos de 2023, pretende destravar o registro de agrotóxicos e bioinsumos no país.

A proposta central do sistema é tornar o processo mais ágil. Segundo as informações apresentadas, a CISPA busca análises mais rápidas dos pedidos e uma redução da burocracia que historicamente marcou os processos de liberação desses produtos.

A criação do sistema é fruto de uma parceria com o setor privado. Entre os envolvidos estão a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão e o Instituto Brasileiro de Algodão, que investiram mais de seis milhões de dólares no projeto.

A iniciativa contou ainda com a participação do Ministério das Relações Exteriores e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. A combinação de atores públicos, privados e internacionais marcou a construção da plataforma.

Para analisar o tema, o pesquisador do FGV Agro Felipe Serigatti destacou que a demora no registro era uma reclamação constante do setor. Segundo ele, moléculas novas para a realidade brasileira levavam muito tempo para serem adotadas, mesmo quando já estavam disponíveis e eram economicamente viáveis.

De acordo com Serigatti, a dificuldade muitas vezes não estava na parte técnica ou nos testes, mas no longo processo burocrático em diversas camadas de aprovação. Permitir avaliações paralelas e simultâneas, mantendo o rigor técnico, é visto como uma forma de simplificar o registro e beneficiar também os bioinsumos.

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