O Brasil deve registrar mais uma safra expressiva de milho neste ano. A previsão é de uma colheita superior a 140 milhões de toneladas. O volume mantém o país entre os maiores produtores do mundo. O grão segue como um dos pilares do agronegócio brasileiro.
A posição do Brasil no cenário mundial é de destaque. O país é o terceiro maior produtor de milho do planeta. À frente dele estão apenas os Estados Unidos e a China. Além disso, o Brasil é o segundo maior exportador do grão.
A produção deste ano, porém, veio acompanhada de dificuldades. Em uma fazenda em Silvânia, a cerca de 80 quilômetros de Goiânia, ainda falta colher a safrinha. Neste ano, a produtividade caiu um pouco. O motivo foi o início mais tardio das chuvas.
O regime de chuvas foi um problema central na safra. Segundo o relato no local, este foi o pior ano em volume de chuvas dos últimos nove anos de acompanhamento. A irregularidade atrasou o plantio da soja. Em seguida, atrasou também o plantio do milho.
Apesar das dificuldades, os números seguem altos. De acordo com a previsão da Companhia Nacional de Abastecimento, a produção deve superar 140 milhões de toneladas em todo o Brasil. Há uma pequena redução em relação à safra anterior. Ainda assim, o resultado é considerado robusto.
O desempenho confirma uma tendência de crescimento do setor. Em uma década, a produção brasileira de milho aumentou mais de 40%. Esse avanço ajudou a consolidar a posição do país no mercado. O Brasil se mantém como terceiro maior produtor e segundo maior exportador.
A atenção agora se volta para os próximos meses. Há preocupação com um fenômeno climático no segundo semestre. Ele pode alterar o regime de chuvas no país. Produtores ressaltam que uma lavoura bem cuidada ajuda a enfrentar as adversidades do clima.
