A faixa litorânea do estado de São Paulo voltou a enfrentar um período difícil de instabilidade no tempo. Segundo a reportagem, o litoral paulista tem sofrido com o frio e também com chuvas fortes, um combinado que tem provocado transtornos em diferentes cidades da região e mobilizado as equipes de emergência ao longo do dia.
Em uma das principais cidades da Baixada, o volume de água registrado impressionou pela rapidez. Segundo a reportagem, em Santos choveu, em um único dia, 74% de todo o volume que era esperado para o mês de junho inteiro, um acúmulo expressivo concentrado em poucas horas e que ajuda a explicar os estragos observados.
Os efeitos da chuva apareceram de forma concreta nas ruas e nas estruturas das cidades vizinhas. Segundo a reportagem, em São Vicente, por causa da chuva, uma tubulação rompeu e uma cratera se formou no meio da rua, e a Defesa Civil precisou interditar imóveis na região diante do risco gerado pela situação.
No trecho norte do litoral, o temporal levou as autoridades a acionarem os sistemas de aviso à população. Segundo a reportagem, em São Sebastião a sirene de alerta foi acionada durante a tempestade, e a Defesa Civil informou que ainda há risco de deslizamentos, mantendo o estado de atenção na cidade.
O impacto da chuva não ficou restrito ao litoral e atingiu também a região metropolitana. Segundo a reportagem, na Grande São Paulo dois carros foram engolidos por crateras durante a chuva, um deles em Ribeirão Pires, onde parte do asfalto cedeu, e o outro na cidade de Cajamar, em cenas que evidenciaram a força das águas.
Apesar do tamanho dos estragos materiais, o saldo das ocorrências trouxe um alívio importante. Segundo a reportagem, por sorte ninguém ficou ferido nesses episódios, enquanto a Defesa Civil seguia acompanhando as áreas de risco e orientando os moradores diante da possibilidade de novos transtornos provocados pelas chuvas.
