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A Agencia Nacional de Saude Suplementar definiu o reajuste maximo de 5,11% para planos de saude individuais, o menor indice desde a pandemia. A medida vale para cerca de 7,7 milhoes de beneficiarios. Os custos do setor subiram 8,32%, mas o reajuste considera tambem a frequencia de uso dos servicos. A regra nao se aplica a planos coletivos empresariais.
A Agencia Nacional de Saude Suplementar definiu que os planos de saude individuais terao reajuste maximo de 5,11% neste ano, o menor indice desde o periodo da pandemia. A medida vale para aproximadamente 7,7 milhoes de beneficiarios que possuem contratos diretamente com as operadoras de planos de saude.
Embora seja o menor reajuste em anos, o percentual ainda supera a inflacao acumulada em 12 meses, que esta em 4,39%. Isso significa que, apesar de representar um alivio relativo, o aumento continua a pressionar o orcamento das familias brasileiras que dependem de planos de saude privados.
A ANS explica que os custos do setor medico subiram 8,32% no periodo, porem o calculo do reajuste nao considera apenas o aumento de custos unitarios. A frequencia de utilizacao dos servicos tambem entra na equacao, o que permite um indice final menor do que a variacao dos custos operacionais.
A regra de reajuste definida pela ANS nao se aplica aos planos coletivos empresariais, que sao oferecidos por empresas aos funcionarios, nem aos planos coletivos por adesao, contratados por meio de associacoes e entidades de classe. Esses contratos tem reajustes negociados diretamente entre operadoras e contratantes.
O setor de saude suplementar enfrenta uma equacao complexa, com custos crescentes impulsionados por novas coberturas obrigatorias, inovacoes em medicina diagnostica e modernizacao de equipamentos. Para a populacao, essas inovacoes representam avancos significativos na qualidade do atendimento, mas o financiamento desses avancos continua sendo um desafio tanto para operadoras quanto para beneficiarios, Record News informou.