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Hospital de Clínicas de Porto Alegre fecha centro obstétrico para conter surto de bactéria na UTI neonatal

Hospital de Clínicas de Porto Alegre fecha centro obstétrico para conter surto de bactéria na UTI neonatal

O centro obstétrico do Hospital de Clínicas de Porto Alegre ficará fechado nesta quinta-feira por causa de um surto da bactéria Serratia spp. O objetivo é realizar a limpeza da área da UTI neonatal para conter a proliferação do micro-organismo, que pode causar doenças como meningite e pneumonia. Desde sexta-feira, oito pacientes testaram positivo para a bactéria, e o hospital informou que busca transferir as gestantes que estavam internadas. Segundo a instituição, embora a bactéria apresente resistência aos antibióticos usuais, ela não pode ser classificada como multirresistente ou panresistente.

O Hospital de Clínicas de Porto Alegre adotou medidas de contenção após identificar um surto da bactéria Serratia spp em sua estrutura. Segundo a instituição, o centro obstétrico da unidade ficará fechado nesta quinta-feira em razão da situação.

De acordo com o hospital, o objetivo do fechamento é permitir a limpeza da área da UTI neonatal, de forma a conter a proliferação do micro-organismo. A ação faz parte do protocolo adotado diante de casos como esse, que exigem cuidados reforçados.

A Serratia spp é uma bactéria que pode causar doenças consideradas graves, como meningite e pneumonia. Por isso, a sua presença em um ambiente hospitalar sensível, como o destinado a recém-nascidos, requer atenção imediata das equipes de saúde.

Conforme as informações divulgadas, desde a última sexta-feira oito pacientes testaram positivo para a bactéria. O número levou a instituição a intensificar as medidas de controle e a reorganizar parte de seus atendimentos.

Entre as providências, o hospital informou que busca transferir as gestantes que estavam internadas na área afetada. A medida tem como foco preservar a segurança das pacientes enquanto os procedimentos de limpeza e contenção são realizados.

Sobre as características do micro-organismo, a instituição esclareceu que, embora a bactéria apresente resistência aos antibióticos usuais, ela não pode ser classificada como multirresistente ou panresistente. Essa distinção é relevante para orientar o tratamento dos casos identificados.

Com o centro obstétrico temporariamente fechado, o hospital segue acompanhando a evolução do surto e a situação dos pacientes. As autoridades de saúde costumam monitorar esse tipo de ocorrência de perto, dada a importância de evitar novas contaminações em unidades de terapia intensiva.

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