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Internações por frio sobem 88% em São Paulo, aponta sindicato

Internações por frio sobem 88% em São Paulo, aponta sindicato

O frio intenso elevou de forma acentuada o número de internações hospitalares em São Paulo. Segundo a reportagem, na cidade o número de internações em decorrência do frio aumentou 88%, de acordo com um levantamento feito pelo Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios de São Paulo, que comparou os dados com os índices do ano anterior. O levantamento apontou ainda que os casos entre idosos de 60 a 80 anos mostraram um aumento mais expressivo, passando de 7% para 14%. Apesar da sazonalidade típica desta época do ano, especialistas afirmam que a hospitalização poderia ser menor com o aumento da cobertura vacinal, já que os vírus se transmitem da mesma forma. Praticamente 70% desses casos poderiam ser evitados com vacinas que estão disponíveis na rede pública de saúde, mas que enfrentam baixa adesão da população.

A chegada de uma onda de frio intensa a São Paulo veio acompanhada de um efeito direto sobre o sistema de saúde da cidade. Segundo a reportagem, o número de internações hospitalares em decorrência do frio teve um salto expressivo, refletindo a pressão que as baixas temperaturas costumam exercer sobre os atendimentos médicos nesta época do ano.

O tamanho desse aumento foi medido por uma entidade que reúne as instituições de saúde do setor privado paulistano. Segundo a reportagem, na cidade o número de internações em decorrência do frio aumentou 88%, de acordo com um levantamento feito pelo Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios de São Paulo, que serviu de base para o alerta.

Para dimensionar o avanço, o estudo recorreu à comparação com o mesmo período de meses anteriores. Segundo a reportagem, o levantamento comparou os dados com os índices do ano anterior, o que permitiu identificar com mais clareza o quanto as internações cresceram em relação ao que era observado antes da atual temporada de frio.

Entre os diferentes grupos analisados, um deles chamou a atenção pela intensidade do crescimento. Segundo a reportagem, os casos entre idosos de 60 a 80 anos mostraram um aumento mais expressivo, passando de 7% para 14%, o que reforça a preocupação com a população mais velha durante os períodos de temperaturas baixas.

Mesmo reconhecendo que parte do fenômeno está ligada ao calendário, os especialistas apontam um caminho para reduzir o problema. Segundo a reportagem, apesar da sazonalidade, a hospitalização poderia ser menor com o aumento da cobertura vacinal, já que os vírus se transmitem da mesma forma independentemente da estação do ano.

A avaliação técnica destaca que boa parte dessas internações não precisaria acontecer. Segundo a reportagem, praticamente 70% desses casos poderiam ser evitados com vacinas que inclusive estão disponíveis na rede pública de saúde, mas que enfrentam baixa adesão da população, um ponto considerado essencial no combate ao problema.

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