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Lula sanciona a Lei Geral da Copa do Mundo feminina

Lula sanciona a Lei Geral da Copa do Mundo feminina

O presidente Lula sancionou a Lei Geral da Copa do Mundo feminina que o Brasil vai sediar no ano que vem. Segundo o ministro do Esporte, a norma é o marco regulatório do evento e trata da relação com a FIFA, dona da marca.

O presidente Lula sancionou a Lei Geral da Copa do Mundo feminina, competição que o Brasil vai sediar no ano que vem. A medida cria o conjunto de regras que vão reger a realização do torneio em território brasileiro. Trata-se de um passo formal importante na preparação do país para receber um dos maiores eventos do futebol mundial.

De acordo com o ministro do Esporte, que falou sobre os pontos principais da lei, a Lei Geral da Copa é o marco regulatório e a principal norma para tratar do evento. Ele destacou que uma competição desse porte exige um tratamento específico, inclusive na relação com a entidade que é a dona da marca do torneio, a FIFA. A legislação organiza, assim, as condições para que o país sedie a competição.

Outro ponto abordado foi a distribuição das sedes do torneio. Segundo o ministro, os jogos serão espalhados por todo o território nacional, levando o evento a diferentes regiões do país. Ele afirmou ainda que a qualidade das arenas e dos equipamentos que o Brasil já possui foi levada em consideração pela FIFA na escolha do país como sede da competição feminina.

O ministro também ressaltou a questão do legado que a competição deve deixar. De acordo com ele, além dos espaços já existentes, o país vai trabalhar na construção de equipamentos voltados especificamente para o futebol feminino. A ideia é que a estrutura montada para a Copa permaneça à disposição da modalidade depois do torneio, fortalecendo a prática no Brasil.

Entre os objetivos citados pelo ministro está a redução das desigualdades históricas entre o futebol masculino e o feminino. Ele mencionou diferenças relacionadas ao alcance e às oportunidades oferecidas a cada modalidade. Na avaliação apresentada, sediar a competição é visto como uma oportunidade de mudar a visão e a cultura em relação ao futebol feminino no país.

Para sustentar esse objetivo, o ministro lembrou o modelo de legado adotado em eventos anteriores realizados no Brasil. Ele citou a Copa do Mundo masculina de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 como referências de estrutura deixada para o esporte. Segundo ele, a meta é organizar a maior e melhor Copa feminina da história, com forte significação simbólica para a valorização do futebol feminino.

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