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Exército Brasileiro avalia drones kamikazes para incorporar como ferramentas de defesa nacional

Exército Brasileiro avalia drones kamikazes para incorporar como ferramentas de defesa nacional

O Exército Brasileiro avaliou durante uma semana drones kamikazes com o objetivo de incorporar os equipamentos como ferramentas de defesa nacional. Os testes ocorreram no Centro de Avaliações do Exército, na zona oeste do Rio de Janeiro, com munições reais para medir a eficácia dos aparelhos. Como o custo desse tipo de drone pode chegar a 28 mil reais no mercado internacional, a ideia é desenvolver um drone brasileiro.

O Exército Brasileiro avaliou durante uma semana drones kamikazes, em uma série de testes voltados a incorporar esse tipo de equipamento como ferramenta de defesa nacional. A avaliação foi conduzida no Centro de Avaliações do Exército, na zona oeste do Rio de Janeiro.

Nas imagens dos testes, é possível ver um drone de ataque atingindo um alvo. Para medir a eficácia dos aparelhos, foram utilizadas munições reais, de modo a reproduzir com precisão as condições de emprego desse tipo de tecnologia.

A dinâmica do teste envolvia um percurso controlado. A partir do limite da área de segurança, o piloto conduzia um drone que avançava cerca de 1,5 quilômetro até encontrar a carcaça de um veículo blindado, que precisava ser detonada, demonstrando a capacidade do equipamento de atingir e destruir um alvo específico.

O custo é um dos fatores que pesam na avaliação. Segundo as informações, no mercado internacional o preço desse tipo de drone pode chegar a 28 mil reais por unidade. Por isso, a ideia das Forças Armadas é desenvolver um drone brasileiro, reduzindo a dependência de equipamentos importados.

A localização dos testes chama a atenção pelo contexto de segurança. A área fica próxima a comunidades cariocas, onde criminosos têm utilizado equipamentos aéreos não tripulados para atingir rivais. Ainda assim, os aparelhos usados por esses grupos são diferentes daqueles testados pelas Forças Armadas.

A avaliação reflete o interesse do Exército em dominar uma tecnologia considerada valiosa no cenário militar atual. Com os testes concluídos, o próximo passo apontado é avançar no desenvolvimento e na eventual fabricação de um modelo nacional voltado à defesa.

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