O pintor Paulo Henrique da Silva, de 33 anos, foi morto a tiros em Americana, no interior de São Paulo. O caso passou a ser investigado pela polícia, que trabalha para esclarecer as circunstâncias em que ele foi atingido.
Segundo a apuração, Paulo estava em um antigo bar que hoje funciona como alojamento de trabalhadores quando o crime aconteceu. O imóvel foi atingido por disparos, e a vítima estava no local no momento em que os tiros começaram.
Um ponto chamou a atenção dos investigadores: o autor não teria usado uma arma comum, e sim uma arma de pressão. Mesmo assim, os disparos foram suficientes para causar a morte de Paulo, que não resistiu aos ferimentos.
De acordo com o relato, pelo menos quatro tiros atingiram a janela do alojamento. Ao ouvir os barulhos, Paulo e outras pessoas que estavam no local foram até a porta para tentar entender de onde vinham os disparos.
Foi nesse momento que ele acabou atingido. A dinâmica indica que a vítima se aproximou da entrada para verificar a situação, sem imaginar que ainda havia risco de novos disparos naquele instante.
Diante do caso, a polícia começou a fazer buscas na região e passou a analisar as imagens das câmeras de segurança da rua. Nas gravações, é possível ouvir alguns dos disparos, logo interrompidos pelo barulho de um veículo que passa pelo local.
As mesmas imagens mostram um carro branco que passa e para alguns metros à frente. Pouco depois, um homem sai pelo portão, olha para os lados e vai embora dirigindo. Esse movimento reforçou as suspeitas dos investigadores, que seguem trabalhando para identificar os responsáveis pelo crime.
