LIVE PROTOCOL
EET--:--:-- edition--.--.--

Caminhoneiros entram em greve nos portos por votação do frete

Caminhoneiros entram em greve nos portos por votação do frete

Caminhoneiros autônomos entraram em greve nesta segunda-feira, no início da semana, e concentraram a paralisação nos principais portos do país. A categoria exige a votação do piso mínimo do frete, regra que estabelece o valor mínimo pago pelo transporte de cargas e que, segundo os manifestantes, corre o risco de perder a validade ainda nesta semana caso não seja avaliada pelos parlamentares. A cobrança tem origem em uma medida provisória do governo federal: depois de a categoria ter conquistado o piso nacional do frete, em março deste ano foi criada, por meio da medida provisória, uma lei que passou pelo Congresso com pequenas alterações, prevendo 70% de garantia adiantada do frete e 30% de garantia de que a frota seja composta por caminhoneiros avulsos, e que agora precisa ser aprovada pelo Senado. A previsão é que a medida seja votada pelos senadores amanhã, e a paralisação nos principais portos deve durar até a próxima quarta-feira, podendo se estender caso não haja acordo.

Caminhoneiros autônomos entraram em greve nesta segunda-feira, logo no início da semana, e concentraram a paralisação nos principais portos do país. O movimento coloca em evidência uma reivindicação da categoria e ameaça afetar o fluxo de cargas em pontos estratégicos do escoamento da produção, num momento em que os motoristas decidiram cruzar os braços para pressionar por uma resposta.

No centro do protesto está uma exigência ligada diretamente ao valor pago pelo transporte de mercadorias. Segundo a categoria, os caminhoneiros cobram a votação do piso mínimo do frete, a regra que estabelece o valor mínimo a ser pago pelo serviço e que, de acordo com os manifestantes, corre o risco de perder a validade ainda nesta semana caso não seja avaliada pelos parlamentares.

A cobrança tem origem em uma medida provisória do governo federal. De acordo com o relato, a categoria já havia conquistado o piso nacional do frete e, em março deste ano, por meio dessa medida provisória, foi criada uma lei que passou pelo Congresso, onde foram feitas pequenas alterações no texto antes de o assunto seguir para a etapa seguinte.

Entre os pontos definidos no texto estão garantias voltadas diretamente ao motorista. Conforme as informações, a proposta prevê 70% de garantia adiantada do frete e também 30% de garantia de que a frota utilizada seja composta por caminhoneiros avulsos, dois dispositivos apresentados como forma de proteger os motoristas autônomos que vivem do transporte de cargas pelas estradas do país.

O próximo passo depende agora do Senado. De acordo com o relato, depois de passar pelo Congresso, a medida precisa ser aprovada pelos senadores para não perder a validade, e a previsão é que a votação ocorra amanhã. A expectativa em torno dessa decisão é um dos principais motivos que levaram a categoria a paralisar as atividades neste momento.

A paralisação tem prazo definido, mas pode ganhar novos contornos. Segundo os manifestantes, o movimento nos principais portos do país deve durar até a próxima quarta-feira, podendo se estender caso não haja um acordo em torno da pauta defendida pelos caminhoneiros, o que manteria a pressão sobre o Congresso ao longo da semana e prolongaria os efeitos sobre o transporte de cargas.

Enquanto aguardam a decisão, os caminhoneiros pedem sinais de que a votação vai de fato acontecer. De acordo com a categoria, os motoristas esperam que alguém, um porta-voz, dê a eles uma esperança a respeito da votação, em um momento em que a manutenção do piso mínimo do frete é tratada como essencial para a remuneração de quem trabalha no transporte de cargas pelo país.

Loading article...