Um episódio ocorrido em uma creche do Rio Grande do Sul terminou com uma bebê internada e uma investigação em andamento. Segundo o relato, a criança, de apenas 11 meses, sofreu queimaduras depois de ser colocada em uma banheira com água quente para tomar banho, em um caso que assustou a família e mobilizou as autoridades locais.
A rotina que começou como um dia comum se transformou em pesadelo para a mãe. De acordo com o relato, Ana Gabriela deixou a filha na creche pela manhã e, horas depois, recebeu uma ligação desesperadora informando o que havia acontecido com a bebê durante o período em que ela estava sob os cuidados da instituição.
As lesões atingiram parte do corpo da criança. Segundo o relato, a bebê sofreu queimaduras de segundo grau nos pés e nas pernas enquanto estava nesta escola municipal de Campo Bom, na região metropolitana de Porto Alegre, em um episódio cujas circunstâncias ainda precisam ser esclarecidas.
A sequência dos fatos, conforme repassada à mãe, aponta para o momento do banho. De acordo com o relato, a bebê teria sido levada para tomar banho e, pouco depois, apresentou vermelhidão e bolhas pelo corpo, sinais que evidenciaram a gravidade das queimaduras e levaram ao acionamento imediato do socorro.
O atendimento de emergência foi acionado logo em seguida. Segundo o relato, a criança foi socorrida pelo SAMU e levada para um hospital da cidade, onde permanece internada; a família aguarda a transferência da bebê para uma unidade especializada no tratamento de queimados, em Porto Alegre, para dar continuidade aos cuidados.
Diante da falta de explicações claras, a família cobra respostas. De acordo com o relato, a mãe afirmou que, para ela, a história está mal explicada e disse querer que seja dita a verdade sobre o que de fato aconteceu com a filha durante o tempo em que ela esteve na creche.
As apurações agora correm em duas frentes. Segundo o relato, a polícia civil investiga as circunstâncias do caso e as eventuais responsabilidades, enquanto a prefeitura de Campo Bom informou, em nota, que a equipe da escola acionou o resgate, comunicou a família e acompanhou o atendimento à criança, lamentou o ocorrido e abriu procedimentos administrativos para apurar o episódio.
