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Novo preso no assalto ao avião pagador em Caxias do Sul

Novo preso no assalto ao avião pagador em Caxias do Sul

O caso do assalto ao avião pagador no aeroporto de Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, apontado como o maior roubo da história do estado, teve novos avanços. Segundo o relato, a polícia boliviana entregou às autoridades brasileiras um dos suspeitos de participar da ação, e Fabrício Salvador da Silva, apontado como integrante do núcleo operacional da quadrilha e que estava na lista de foragidos, foi preso há três dias. A ação, com contornos cinematográficos, aconteceu em junho de 2024, quando criminosos em viaturas falsas, armados com fuzis e metralhadoras e vestidos com uniformes da Polícia Federal, cercaram os carros que transportavam valores. Durante um tiroteio de cerca de 11 minutos, duas pessoas morreram. Fabrício vivia em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, e foi entregue às autoridades brasileiras. Ao todo, 41 suspeitos foram indiciados, 37 já estão presos e outros quatro seguem foragidos.

O caso do assalto ao avião pagador no aeroporto de Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, apontado como o maior roubo da história do estado, teve novos avanços. Segundo o relato, a polícia boliviana entregou às autoridades brasileiras um dos suspeitos de participar da ação, em mais um passo na responsabilização dos envolvidos em um crime que chocou o estado pela ousadia e pela violência empregada.

As investigações também tiveram um desdobramento decisivo. De acordo com o relato, Fabrício Salvador da Silva, apontado como integrante do núcleo operacional da quadrilha e que estava na lista de foragidos, vivia em um apartamento na cidade de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, e foi preso há três dias, sendo entregue às autoridades brasileiras. Para a Polícia Federal, ele participou tanto do planejamento quanto da execução da ação criminosa que marcou o Rio Grande do Sul.

O assalto teve contornos cinematográficos. Segundo o relato, os criminosos chegaram em viaturas falsas, armados com fuzis e metralhadoras e vestidos com uniformes da Polícia Federal. Os carros que transportavam os valores de um avião pagador foram cercados pelos assaltantes dentro do aeroporto de Caxias do Sul, em uma ação de forte aparato montada para render as equipes de segurança.

A ação aconteceu em junho de 2024. De acordo com o relato, durante um intenso tiroteio que durou cerca de 11 minutos, duas pessoas morreram: um dos assaltantes e um policial militar que tentou impedir o roubo. O confronto expôs a violência empregada pela quadrilha para garantir a fuga com o dinheiro subtraído dentro da área do aeroporto.

A apuração revelou que o grupo era muito maior do que aparentava no dia da ação. Segundo o relato, ao menos nove criminosos invadiram o aeroporto, mas a quadrilha reunia um número bem superior de integrantes. Ao todo, 41 suspeitos foram indiciados pela participação no assalto. Segundo o relato, 37 deles já estão presos e outros quatro seguem foragidos, números que dão a dimensão da estrutura montada para executar o roubo aos valores.

O papel atribuído ao suspeito preso reforça a gravidade do caso. Conforme a Polícia Federal, Fabrício Salvador da Silva atuou nas duas frentes do crime, participando da preparação e também da ação no dia do assalto. A prisão dele é vista como um avanço na identificação e na captura dos integrantes ligados ao planejamento e à execução da quadrilha.

A entrega de um suspeito pela polícia boliviana mostra o alcance das investigações, que ultrapassam as fronteiras do país. Segundo o relato, as autoridades brasileiras seguem trabalhando para localizar e responsabilizar os demais envolvidos no assalto ao avião pagador, um caso que continua em apuração pela dimensão dos valores movimentados e pela violência registrada durante a ação.

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