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Crianças são atacadas por pitbull e rottweiler em São Paulo

Crianças são atacadas por pitbull e rottweiler em São Paulo

Duas crianças foram atacadas por um pitbull e um rottweiler que escaparam da casa de um vizinho em São Paulo. O ataque durou quatro minutos e só terminou com a ajuda de vizinhos. O caso reacende a atenção sobre a lei estadual de 2013, que estabelece regras de posse e condução de cães.

Duas crianças foram atacadas por cães em São Paulo. Os animais envolvidos eram um pitbull e um rottweiler. Eles haviam escapado da casa de um vizinho. O caso voltou a chamar atenção para a posse responsável de cães de grande porte.

O ataque aconteceu enquanto as crianças passeavam. Segundo o relato, o portão da casa vizinha foi aberto para a entrada de um carro. Nesse momento, os dois cães, que estavam soltos, escaparam. Eles foram diretamente em cima dos filhos de Michele.

A ação dos animais durou alguns minutos. De acordo com o relato, o ataque se estendeu por quatro minutos. Ele só terminou depois que vizinhos foram ajudar as crianças. A intervenção das pessoas próximas foi o que interrompeu a situação.

As crianças ficaram feridas no episódio. Uma das vítimas levou quatro pontos na mão e passou por outros curativos. Mesmo depois do tratamento, ficou uma cicatriz que permanece até hoje. O caso deixou marcas físicas no corpo da vítima.

O episódio se conecta a uma legislação específica do estado. Em São Paulo, desde 2013, existe uma lei estadual com regras para a posse e a condução de cães. A norma exige que os animais sejam mantidos em condições adequadas. O objetivo é impedir que eles consigam fugir.

A lei também define regras para a circulação na rua. Todos os cães, sem exceção, devem usar coleira e guia. Para animais de grande porte, como o pitbull e o rottweiler, a guia deve ser curta. Além disso, é obrigatório o uso de focinheira.

As consequências podem ser graves quando há vítimas. Segundo o que foi apresentado, quando um ataque termina em morte, o responsável pode ser indiciado por homicídio. No caso das crianças, a empresária denunciou o ocorrido à polícia. Hoje, ela move um processo contra a tutora dos cães.

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