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Passageira cadeirante precisa se arrastar para descer de ônibus com elevador quebrado em Divinópolis

Passageira cadeirante precisa se arrastar para descer de ônibus com elevador quebrado em Divinópolis

Uma passageira cadeirante teve que se arrastar pelo piso e descer sozinha de um ônibus depois que o elevador de acessibilidade do veículo quebrou, em Divinópolis, no centro-oeste de Minas Gerais. A cena, registrada por outros passageiros, gerou revolta. A prefeitura notificou a empresa, abriu processo administrativo e informou que o contrato da atual concessionária não será renovado em 2027, enquanto o consórcio Transoeste afirmou que a falha foi um caso isolado.

Uma cena de constrangimento e falta de acessibilidade chamou a atenção em Divinópolis, no centro-oeste de Minas Gerais. Uma passageira cadeirante precisou se arrastar pelo piso de um ônibus para conseguir desembarcar, depois que o elevador de acessibilidade do veículo quebrou e a deixou sem uma forma segura de descer.

A situação foi registrada por outros passageiros que estavam no coletivo. Nas imagens, é possível ver o momento em que a mulher se arrasta e desce sozinha a escada até alcançar a cadeira de rodas, que foi colocada na rua por outras pessoas que viajavam no mesmo ônibus.

Quem acompanhou a cena ficou revoltado. Muitos passageiros xingavam a empresa responsável e denunciavam a situação precária dos veículos que circulam pela cidade, apontando o episódio como exemplo das falhas no transporte público local.

Diante da repercussão, a empresa responsável pela linha foi procurada para se posicionar sobre o ocorrido. O caso passou a ser tratado não apenas como um transtorno isolado, mas como um sintoma de problemas mais amplos na prestação do serviço.

No âmbito oficial, a prefeitura de Divinópolis tomou medidas administrativas. O município notificou a empresa de transporte, abriu um processo administrativo e informou que o contrato da atual concessionária não será renovado em 2027, sinalizando insatisfação com o serviço prestado.

Por outro lado, o consórcio responsável, a Transoeste, afirmou que a falha foi um caso isolado. A versão da empresa contrasta com a percepção dos passageiros que presenciaram a cena e que associaram o episódio a uma deficiência recorrente na frota da cidade.

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