LIVE PROTOCOL
EET--:--:-- edition--.--.--

Homem mata companheira e enteada de 12 anos em fazenda e confessa duplo feminicídio

Homem mata companheira e enteada de 12 anos em fazenda e confessa duplo feminicídio

Jorge Dias da Silva, de 51 anos, matou a companheira Marcileide Ramos, de 42, e a filha dela, Juciara Cordeiro, de 12 anos, em uma fazenda. Segundo a polícia, ele confessou o duplo feminicídio. A menina chamava o autor de pai, já que estavam juntos havia quase 12 anos.

Um crime ocorrido em uma fazenda terminou com a morte de uma mulher e da filha dela, ainda criança. As vítimas foram identificadas como Marcileide Ramos, de 42 anos, e Juciara Cordeiro, de 12 anos. O autor do crime foi o companheiro de Marcileide, Jorge Dias da Silva, de 51 anos. O caso chocou familiares e moradores da região.

A relação entre o autor e a família era antiga e, até então, sem sinais de violência. Jorge e Marcileide estavam juntos havia quase 12 anos. Quando ele chegou à família, a menina era recém-nascida. Como ela não chegou a conhecer o próprio pai, passou a chamar Jorge de pai.

Segundo relatos de familiares, o dia havia começado de forma tranquila. Jorge chegou do serviço e sentou na varanda, conversando com pessoas da família. Não havia, naquele momento, qualquer indício de discussão ou tensão. Os parentes descrevem que o clima era calmo até determinado ponto da noite.

A mudança no comportamento teria acontecido após o consumo de bebida. De acordo com os relatos, depois de algumas bebidas o clima esquentou. Jorge teria ficado alterado e não gostado de uma discussão. Foi a partir desse momento que a situação evoluiu para a violência.

O ataque atingiu primeiro a companheira e, em seguida, a enteada. Jorge matou Marcileide com facadas nas costas. Depois, tirou a vida da menina de 12 anos, também golpeada pelas costas. A brutalidade contra a criança é descrita pelos familiares como o aspecto mais difícil de compreender.

Para quem conhecia o autor, a violência não fazia sentido com o seu comportamento habitual. Familiares afirmam que Jorge sempre foi uma pessoa pacata e educada, que não erguia a voz para ninguém. Por isso, repetem que o crime não tem lógica. A pergunta sobre o que levou Jorge a agir assim segue sem resposta na região.

Após o crime, o desfecho ganhou novos contornos com a atuação policial. Segundo a Polícia Civil, Jorge confessou o duplo feminicídio. Depois de cometer o crime, ele ainda tentou tirar a própria vida. Ao perceber que não havia morrido, o homem chegou a enviar mensagens para familiares e até para o patrão, enquanto a família segue devastada com a perda.

Loading article...