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Marcele Gotardo é morta e colega é preso por homicídio no ES

Marcele Gotardo é morta e colega é preso por homicídio no ES

Marcele Gotardo, vendedora e mãe, foi morta em um apartamento na região de Vitória, no Espírito Santo. Segundo a polícia, ela estava com o colega Brian Fernando Gimenez, de 26 anos, quando vizinhos ouviram gritos e ele pediu ajuda. A suspeita inicial de overdose foi descartada pelo IML, e a certidão de óbito aponta hemorragia intracraniana e traumatismo craniano. Após confessar a agressão a vizinhos, Brian foi preso em flagrante por homicídio qualificado.

A morte de uma vendedora dentro de um apartamento ganhou contornos de investigação criminal no Espírito Santo. Segundo o relato, Marcele Gotardo, que era mãe e havia acabado de conquistar o emprego que sonhava, foi encontrada gravemente ferida e acabou não resistindo. O caso passou a ser tratado pela polícia como um homicídio.

As circunstâncias que antecederam a morte estão no centro da apuração. De acordo com as informações, Marcele estava na companhia de um colega, Brian Fernando Gimenez, de 26 anos, e os dois chegaram ao apartamento dele acompanhados de mais dois amigos, que logo foram embora. A partir daí, a vítima e o suspeito teriam permanecido sozinhos no imóvel.

O alerta dos vizinhos foi decisivo para que a situação viesse à tona. Conforme o relato, horas depois, moradores ouviram gritos vindos do apartamento, descritos como estranhos e espaçados, e Brian começou a pedir ajuda. Em um primeiro momento, levantou-se a possibilidade de a mulher ter sofrido uma overdose, hipótese que orientou as primeiras suspeitas.

O relato dos vizinhos e os exames mudaram o rumo da investigação. Segundo as informações, enquanto tentavam ajudar, vizinhos afirmaram que Brian teria confessado que agrediu Marcele. No Instituto Médico Legal, em Vitória, a possibilidade de overdose foi descartada, e a certidão de óbito aponta como causa da morte hemorragia intracraniana, traumatismo cranioencefálico e golpes contundentes.

O atendimento de emergência não foi suficiente para salvar a vítima. Conforme o relato, Marcele foi atendida por uma equipe do SAMU, mas morreu antes de chegar ao hospital. Diante da confissão de agressão relatada pelos vizinhos, Brian foi autuado em flagrante por homicídio qualificado pelo meio ou modo de execução e levado ao presídio.

Mesmo com a prisão, a família cobra respostas e a defesa adota cautela. De acordo com as informações, a defesa de Brian afirmou ser prematuro dizer que houve um assassinato e disse que pretende provar a inocência dele até o fim da instrução processual. A filha de Marcele ficou sob os cuidados dos avós maternos e do pai, que pede por justiça e afirma que muitos pontos ainda precisam ser esclarecidos.

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