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Corretora e condenada a 28 anos por atropelar e matar modelo no ES

Corretora e condenada a 28 anos por atropelar e matar modelo no ES

Uma corretora de imoveis foi condenada a 28 anos de prisao por atropelar e matar a modelo e passista Luisa Lopes, de 24 anos, no Espirito Santo, segundo a Record News. A vitima estava de bicicleta na faixa de pedestres quando foi atingida e morreu ainda no local do acidente. Alem da pena em regime inicialmente fechado, a corretora Adriana Felisberto recebeu uma multa de 500 mil reais.

A Justica condenou a 28 anos de prisao uma corretora de imoveis acusada de atropelar e matar uma jovem no Espirito Santo. Segundo a Record News, a decisao encerra um processo que teve grande repercussao pela forma como o caso ocorreu e pela vitima envolvida. A pena imposta pelo tribunal esta entre as mais altas para casos desse tipo relacionados ao transito.

A vitima do atropelamento foi a modelo e passista Luisa Lopes, de 24 anos. De acordo com a reportagem, ela estava de bicicleta na faixa de pedestres no momento em que foi atingida pelo veiculo conduzido pela corretora. O ponto em que o acidente aconteceu, uma faixa de pedestres, costuma ser uma area de circulacao considerada de maior protecao para quem esta a pe ou em bicicletas.

As consequencias do atropelamento foram imediatas e fatais. Segundo a apuracao, Luisa Lopes nao resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local do acidente, sem chance de socorro. A gravidade do impacto ajuda a explicar a dimensao da resposta da Justica ao caso, que passou a ser tratado como um crime e nao apenas como um acidente comum de transito.

Um dos pontos destacados pela investigacao foi a postura da responsavel pelo atropelamento. De acordo com a reportagem, a corretora Adriana Felisberto teve um comportamento considerado frio, sem demonstrar preocupacao com a vitima. Esse elemento entrou na avaliacao do caso e ajudou a compor o quadro que levou a condenacao imposta pelo tribunal.

Alem do tempo de prisao, a decisao judicial estabeleceu como a pena devera ser cumprida. Segundo a Record News, a corretora foi condenada a cumprir a pena em regime inicialmente fechado, o mais rigoroso previsto na legislacao. A definicao do regime reforca o entendimento da Justica sobre a gravidade da conduta atribuida a ela no processo.

A punicao nao se limitou a esfera criminal. De acordo com a reportagem, alem da pena de prisao, a corretora recebeu tambem uma multa de 500 mil reais, ou seja, meio milhao de reais. O caso, que aconteceu no Espirito Santo, passou a ser citado como exemplo da responsabilizacao de motoristas em episodios fatais envolvendo pedestres e ciclistas.

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