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Filha de diplomata brasileiro morre atropelada por van em Ipanema horas apos chegar ao Rio de Janeiro para morar

Filha de diplomata brasileiro morre atropelada por van em Ipanema horas apos chegar ao Rio de Janeiro para morar

Mariana Tanaka Abduhraque, de 20 anos, filha de um diplomata que trabalha na assessoria internacional do presidente Lula, faleceu apos ser atropelada por uma van em Ipanema, Rio de Janeiro. A jovem havia acabado de chegar a cidade que escolhera para morar e saia do apartamento novo com a mae para fazer compras quando o acidente ocorreu no cruzamento da Rua Visconde de Piraja com Vinicius de Moraes.

Uma tragedia abalou a comunidade diplomatica brasileira com a morte de Mariana Tanaka Abduhraque, de 20 anos, filha de um diplomata que trabalha na assessoria internacional do presidente Lula. Segundo a Record News, a jovem foi atropelada por uma van no bairro de Ipanema, no Rio de Janeiro, poucas horas depois de ter chegado a cidade que havia escolhido para morar.

O acidente ocorreu no cruzamento da Rua Visconde de Piraja com a Rua Vinicius de Moraes, um dos pontos mais movimentados de Ipanema, a apenas duas quadras da praia. Mariana tinha acabado de sair do apartamento novo com a mae, Ana Patricia, que e consul do Brasil em Buenos Aires e viajou da capital argentina especialmente para rever a filha. As duas haviam pegado a chave do apartamento e estavam entusiasmadas indo fazer compras para a casa nova.

Em relato exclusivo a Record News, o pai de Mariana descreveu a dor insuportavel da perda. Encontrei Mariana na mesa de cirurgia. Sofreu um impacto contundente, elevou sangue ao cerebro e uma pressao intracraniana matou ela, contou o diplomata. Ele acrescentou que nao faz parte da ordem natural das coisas perder uma filha e que a dor e a mais profunda que possa existir.

Antes de desembarcar no Rio de Janeiro, Mariana havia passado alguns dias em Brasilia com o pai. A jovem demonstrava grande entusiasmo com a mudanca para a Zona Sul carioca e ja planejava toda a sua nova vida na cidade. O pai relatou que o entusiasmo da filha era total ao conhecer o apartamento onde iria morar.

O caso reacende o debate sobre a seguranca viaria para pedestres nos cruzamentos mais movimentados da cidade do Rio de Janeiro. O pai de Mariana afirmou que nao tem indole vingativa mas que seria um desservico a comunidade ignorar a gravidade do ocorrido e pediu que a honestidade prevaleca na investigacao do acidente. Mariana ficara para sempre na memoria do pai que se declarou grato pela qualidade do convivio que teve com a filha.

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