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Filha é apontada como mandante da morte do pai e família é resgatada

Filha é apontada como mandante da morte do pai e família é resgatada

As investigações apontam Maria Isabel como mandante da morte do próprio pai, Milton do Prado, de 44 anos, encontrado morto em Franca, no interior de São Paulo. Após o crime, familiares dela foram levados a um cativeiro no Jardim Aeroporto e resgatados pela polícia. Maria Isabel está desaparecida e um suspeito foi preso em flagrante.

Uma trama criminosa com vários desdobramentos veio à tona em Franca, no interior de São Paulo. Segundo as investigações, Maria Isabel é apontada como mandante da morte do próprio pai, Milton do Prado, de 44 anos. Ele foi encontrado sem vida no dia 16 de junho, em uma propriedade rural na zona sul da cidade, no episódio que deu início a toda a sequência de crimes.

De acordo com a apuração, para executar o assassinato do pai, que era catador de recicláveis, Maria Isabel teria contratado dois jovens, identificados como Rafael e Guilherme. A contratação dos dois para o crime é apontada pela polícia como o ponto de partida de uma escalada de violência que envolveria, em seguida, outras pessoas ligadas a eles.

Depois da morte de Milton, a família dos dois jovens passou a pressionar a família de Maria Isabel. O objetivo era obter informações que levassem ao paradeiro de Rafael e Guilherme, cobrança que acabou transformando parentes da própria Maria Isabel em vítimas dentro dessa disputa.

Foi nesse contexto que familiares dela foram levados para um cativeiro no bairro Jardim Aeroporto. Entre as pessoas mantidas em cárcere estavam a esposa de Milton, a filha adolescente, que também teria tido participação na morte do pai, e uma criança recém-nascida, submetidas ao poder dos criminosos.

As vítimas do cativeiro foram resgatadas por agentes da DIG. No local, um homem identificado como Wellington Amorim da Silva, apontado como responsável por manter o cárcere, foi preso em flagrante. Já Maria Isabel havia sido retirada do endereço antes da chegada da polícia e, desde então, não foi mais vista.

Outro elemento reforça a gravidade do caso: o carro usado para transportar os corpos de Rafael e Guilherme até a cidade de Sacramento foi encontrado incendiado. A polícia segue com as investigações e afirma que não vai divulgar mais detalhes por enquanto, para não atrapalhar os trabalhos e a localização dos envolvidos que ainda estão foragidos.

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