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Guarda municipal de Campo Largo é preso por estupro de vulnerável

Guarda municipal de Campo Largo é preso por estupro de vulnerável

Um guarda municipal de Campo Largo, na região metropolitana de Curitiba, com longa carreira e tido como uma figura respeitada, foi preso preventivamente sob a suspeita de cometer abusos sexuais por anos contra crianças. Segundo a reportagem, o agente, identificado como Marcelo Bosa Alves, de 58 anos, está há 34 anos na corporação e foi afastado do cargo. As investigações apontam que ele teria usado a farda e a posição para se aproximar das vítimas mais vulneráveis, e que os abusos teriam começado antes mesmo de ele se tornar guarda, continuando depois. Os relatos de pelo menos sete vítimas indicam que a violência sexual se estendeu por anos; uma delas, hoje com 28 anos, e um rapaz, agora com 18, procuraram a polícia e contaram que os abusos ocorreram quando eram crianças. Em cumprimento a um mandado de busca, os agentes apreenderam uma pistola e munição, um HD externo e um celular, além de identificarem dezenas de páginas com fotos de crianças e adolescentes. O guarda foi autuado por estupro de vulnerável e, em depoimento, contestou as acusações.

Um caso que envolve um agente público acabou abalando uma comunidade inteira em Campo Largo, na região metropolitana de Curitiba. Segundo a reportagem, um guarda municipal, até então tido como uma figura respeitada e referência para muitos, foi preso sob a suspeita de cometer abusos sexuais por anos, em uma história que surpreendeu e horrorizou as pessoas que o conheciam de perto.

O agente foi identificado como Marcelo Bosa Alves, de 58 anos. Ele está há 34 anos na corporação, um longo período de serviço que, justamente por isso, tornou as acusações ainda mais chocantes para quem convivia com ele e o via como um exemplo dentro da função que ocupava.

As investigações apontam para um padrão grave de abuso de confiança. O guarda teria se valido da farda e da posição que ocupava para se aproximar das vítimas mais vulneráveis, e a apuração indica que os abusos teriam começado antes mesmo de ele se tornar guarda municipal, continuando depois que ele assumiu o cargo.

O número de pessoas atingidas chama a atenção. De acordo com a apuração, os relatos de pelo menos sete vítimas indicam que a violência sexual se estendeu por anos; parte delas chegou a manter os abusos em segredo, mas, com o apoio de familiares e amigos, as informações acabaram sendo levadas ao conhecimento da polícia.

Duas dessas vítimas decidiram falar abertamente. Uma mulher, hoje com 28 anos, procurou a polícia e contou que os abusos aconteceram quando ela tinha entre 7 e 10 anos de idade; um rapaz, agora com 18 anos, fez o mesmo, afirmando que os episódios ocorreram quando ele tinha apenas 10 anos, o que reforçou o caráter sistemático das denúncias.

Diante das provas reunidas, a Justiça autorizou um mandado de busca e apreensão na casa do investigado, em Campo Largo, além da prisão preventiva. No local, os agentes apreenderam uma pistola e munição, armamento ligado à função, um HD externo e um celular, e a investigação identificou ainda dezenas de páginas com fotos de crianças e adolescentes, meninas e meninos.

No campo formal, o guarda foi afastado do cargo e autuado por estupro de vulnerável. A reportagem teve acesso ao seu depoimento, no qual ele contestou as acusações e chegou a falar em um toque involuntário que teria sido mal interpretado; a Polícia Civil, com as denúncias e os depoimentos em mãos, decidiu pela prisão, enquanto a investigação segue para apurar a real extensão dos crimes.

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