Gildete Pereira da Silva, de 42 anos, está desaparecida em Jundiaí, no interior de São Paulo, e a família vive dias de angústia em busca de informações. De acordo com o relato, ela saiu de casa para participar de uma entrevista de emprego e não voltou mais, dando início a uma procura que já se estende por vários dias.
Os últimos passos dela puderam ser reconstituídos em parte. Segundo a família, a mulher foi pegar o ônibus em uma esquina que fica a cerca de 300 metros da casa dela, e uma câmera de segurança registrou a última imagem no local, mostrando o momento em que ela ainda seguia seu trajeto normalmente.
A partir daí, os familiares passaram a tentar localizá-la por conta própria. Um parente conseguiu acessar o e-mail dela e fazer o rastreamento do aparelho celular. De acordo com essa busca, a última localização registrada foi a estação de trem de Jundiaí, o que se tornou a pista mais concreta sobre o paradeiro da mulher.
Com base nesse rastreamento, a família trabalha com uma hipótese sobre o destino dela. Segundo os parentes, há a possibilidade de que a mulher tenha ido para a capital, São Paulo, embora ainda não haja confirmação de para onde ela seguiu depois de passar pela estação de trem.
As pessoas mais próximas também demonstram preocupação com o estado emocional dela. De acordo com o relato dos familiares, há o temor de que a mulher esteja passando por um momento delicado, e essa é uma das principais angústias de quem acompanha o caso e teme por sua segurança.
Enquanto a procura continua, a família reforça o pedido de ajuda para encontrá-la. A mulher é mãe de quatro filhos, dois deles menores de idade, e os parentes seguem desesperados atrás de qualquer informação que possa levar até ela, na esperança de que o desaparecimento tenha um desfecho seguro.
