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Operacao mira grupos que planejavam atentados a bomba em Brasilia

Operacao mira grupos que planejavam atentados a bomba em Brasilia

A Operacao Rede Interrompida, do Ministerio da Justica, mirou grupos que planejavam atentados a bomba em Brasilia em outubro, durante o periodo eleitoral, segundo a Record News. Os suspeitos tem entre 19 e 31 anos e profissoes variadas, incluindo um seminarista de Pernambuco. De acordo com a investigacao, eles demarcavam a area central de Brasilia e estavam definindo quais seriam os alvos, entre eles o Palacio do Planalto. O grupo tambem disseminava odio contra mulheres, no chamado crime de misoginia, e a acao faz parte de um esforco do Ministerio da Justica para combater a misoginia digital e redes que espalham odio e praticam crimes contra mulheres, criancas e adolescentes. As investigacoes comecaram em junho e foram cumpridos mandados em Santa Catarina, Parana, Rio Grande do Sul, Sao Paulo e Pernambuco.

Uma operacao do Ministerio da Justica mirou grupos que, segundo a investigacao, planejavam atentados a bomba em Brasilia, informou a Record News. Batizada de Operacao Rede Interrompida, a acao teve como foco impedir ataques que estavam sendo preparados para ocorrer na capital federal em outubro, justamente durante o periodo eleitoral. A ofensiva mirou uma rede que combinava planejamento de violencia com a disseminacao de odio na internet.

Os investigados formam um grupo de perfil variado. De acordo com a reportagem, os suspeitos tem entre 19 e 31 anos e exercem profissoes diferentes, incluindo um seminarista de Pernambuco. A diversidade de idades e ocupacoes chamou a atencao dos investigadores, ja que se tratava de pessoas comuns, sem um vinculo obvio entre si, mas reunidas em torno do mesmo tipo de planejamento e do mesmo discurso de odio.

O trabalho do grupo, segundo a apuracao, havia avancado da intencao para a preparacao pratica. Os suspeitos demarcavam a area central de Brasilia e estavam definindo quais seriam os alvos dos atentados. Esse mapeamento indicava que a rede nao estava apenas discutindo ideias, mas ja escolhendo pontos especificos da capital para concentrar as acoes que pretendia executar durante o periodo eleitoral.

Entre os alvos definidos pelo grupo estava um dos principais simbolos do poder no pais. De acordo com a investigacao, o Palacio do Planalto, sede do governo federal, figurava entre os pontos que os suspeitos consideravam atacar. A inclusao do Planalto na lista reforcou a gravidade do caso, por envolver uma estrutura central da administracao publica em um momento politico sensivel.

Alem do planejamento dos atentados, o grupo tinha outra marca em sua atuacao. Segundo a Record News, a rede tambem disseminava odio contra mulheres, no que e caracterizado como crime de misoginia. Assim, o mesmo grupo que mirava alvos fisicos em Brasilia atuava tambem no ambiente digital, espalhando conteudo de odio direcionado, o que ampliou o alcance das investigacoes sobre suas atividades.

A operacao se insere em um esforco mais amplo das autoridades. De acordo com a reportagem, o Ministerio da Justica vem conduzindo acoes voltadas a combater a misoginia digital e as redes que disseminam odio e praticam crimes contra mulheres, criancas e adolescentes. A Rede Interrompida aparece, nesse contexto, como parte de um conjunto de investigacoes sobre grupos que se organizam pela internet em torno de discursos violentos.

O caso vinha sendo apurado ha alguns meses antes de chegar a fase de cumprimento de mandados. Segundo a apuracao, as investigacoes comecaram em junho, e os mandados foram cumpridos em cinco estados: Santa Catarina, Parana, Rio Grande do Sul, Sao Paulo e Pernambuco. A distribuicao das ordens por diferentes regioes do pais mostrou que a rede investigada tinha integrantes espalhados por varios estados brasileiros.

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