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Chefe do PCC Caveira é preso em Atibaia após anos foragido

Chefe do PCC Caveira é preso em Atibaia após anos foragido

Cícero Marcos Silva de Souza, conhecido como Caveira, apontado como um dos chefes do PCC e procurado há seis anos, foi preso em Atibaia, no interior de São Paulo. Ele estava foragido desde 2020, quando liderou uma fuga em massa de 75 detentos de um presídio no Paraguai. A operação mirou a estrutura Sintonia Final da Leste e prendeu dois homens, com um terceiro ainda procurado.

Uma das lideranças mais procuradas do crime organizado em São Paulo voltou a estar atrás das grades. Segundo as informações divulgadas, um dos chefões do PCC, procurado há seis anos pela polícia, foi preso. O desfecho da longa busca aconteceu nesta terça-feira no interior de São Paulo, encerrando um período em que o foragido conseguia escapar da ação das autoridades.

A prisão fez parte de uma operação mais ampla voltada a uma estrutura específica da facção. De acordo com o relato, a busca por integrantes da chamada Sintonia Final da Leste começou cedo, mirando um dos núcleos do PCC na Zona Leste de São Paulo. Nos endereços investigados, policiais vasculharam imóveis de alto padrão na capital paulista, no interior e também no litoral.

O resultado da ação foi a prisão de suspeitos ligados a esse núcleo da facção. Conforme as informações, dois homens foram presos e um terceiro ainda é procurado. Segundo a polícia, eles eram responsáveis por coordenar o tráfico de drogas, além de esquemas de armas e de lavagem de dinheiro na Zona Leste da capital paulista, atuando em uma das engrenagens financeiras do grupo.

Entre os presos está um nome que já era bastante conhecido das autoridades. De acordo com o relato, Cícero Marcos Silva de Souza, conhecido como Caveira, foi preso em Atibaia, no interior paulista. Sua captura representou um avanço importante na investigação, já que ele figurava entre os alvos prioritários por seu papel dentro da organização criminosa.

O histórico do suspeito ajuda a explicar por que ele era tão procurado. Segundo as informações, ele estava foragido desde 2020, quando liderou uma fuga em massa de 75 detentos de um presídio em Pedro Juan Caballero, no Paraguai. Na ocasião, o grupo cavou um buraco para fora da penitenciária, que ficava a cerca de 15 quilômetros da fronteira com o Brasil.

Com as prisões, os envolvidos passam a responder por uma série de crimes ligados à atuação da facção. Conforme o relato, os investigados devem responder por organização criminosa, tráfico de drogas, comércio ilegal de armas e lavagem de dinheiro. A operação reforça o foco das autoridades sobre as estruturas financeiras e de comando do PCC na capital paulista.

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