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Artesã denuncia envenenamento por mercúrio em projeto no Recife

Artesã denuncia envenenamento por mercúrio em projeto no Recife

Uma artesã denunciou ter sido vítima de envenenamento durante um projeto social no Recife. Segundo o relato, Dene Cardoso trabalhava como professora voluntária havia mais de dez anos no projeto e passou a suspeitar que era envenenada no local, depois que sintomas de intoxicação por mercúrio surgiram no início do ano passado, deixando-a acamada, com fortes dores abdominais, feridas pelo corpo e perda de equilíbrio. Desconfiada, ela passou a filmar as aulas e conseguiu gravar a suspeita despejando algo dentro da sua garrafa de água em duas ocasiões, e laudos confirmaram a presença do metal na bebida. A Polícia Civil investiga o caso há mais de um ano, sem conclusão do inquérito. A suspeita, que frequentava o projeto havia três anos, chegou a ser ouvida, mas foi liberada, e a defesa da artesã pede que a investigação continue para levar o caso ao Tribunal do Júri por tentativa de homicídio.

Um caso de envenenamento levou uma artesã a denunciar que teria sido alvo de uma tentativa de tirar a sua vida durante um projeto social no Recife. A história, marcada por meses de sofrimento e por provas registradas pela própria vítima, agora está nas mãos da polícia e reacende o debate sobre a segurança em ambientes que, à primeira vista, deveriam ser espaços de convivência e aprendizado.

A denunciante dedicava boa parte da sua vida ao trabalho voluntário. Segundo o relato, Dene Cardoso é artesã e atuava como professora voluntária havia mais de dez anos em um projeto social no Recife, quando passou a suspeitar que estava sendo envenenada no próprio local onde dava aulas, desconfiança que começou a ganhar força à medida que sua saúde piorava sem explicação.

Os primeiros sinais da intoxicação apareceram de forma severa. Segundo o relato, os sintomas de intoxicação por mercúrio surgiram no início do ano passado, e a artesã ficou acamada, com fortes dores, incluindo dores abdominais intensas, além de feridas pelo corpo e perda de equilíbrio, um quadro que a deixou debilitada e sem entender, num primeiro momento, a origem do problema.

Diante da suspeita, ela decidiu buscar provas por conta própria. Segundo o relato, desconfiada do que estava acontecendo, a artesã passou a filmar as aulas e conseguiu gravar a suspeita despejando algo dentro da sua garrafa de água em duas ocasiões, imagens que se tornaram uma peça central para sustentar a acusação de que era alvo de envenenamento deliberado.

As imagens não foram a única evidência reunida no caso. Segundo o relato, laudos confirmaram a presença do metal na bebida, dando respaldo técnico à denúncia e reforçando a hipótese de que a artesã vinha sendo contaminada com mercúrio ao longo do tempo, o que explicaria a gravidade e a persistência dos sintomas que a afastaram das atividades.

A apuração, no entanto, ainda não chegou ao fim. Segundo o relato, a Polícia Civil investiga o caso há mais de um ano e o inquérito ainda não foi concluído. A suspeita, que frequentava o projeto havia três anos, chegou a ser ouvida, mas foi liberada, e a defesa da artesã insiste que a investigação continue para esclarecer o motivo do crime.

O próximo passo depende agora de novas avaliações médicas e do avanço do processo. Segundo o relato, a artesã deve passar por um neurocirurgião para obter um laudo definitivo sobre a extensão do dano causado à sua saúde, documento considerado essencial para dar continuidade à investigação e permitir que o caso seja levado ao Tribunal do Júri por tentativa de homicídio.

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