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Traficantes exibem armas em festa de facção em Vigário Geral

Traficantes exibem armas em festa de facção em Vigário Geral

Um vídeo revelou a comemoração de aniversário de uma facção criminosa do Rio de Janeiro, o Terceiro Comando Puro, com fuzis apontados para o alto, bebida, drogas e música alta varando a noite. Segundo o relato, as imagens foram feitas durante uma festa que teria sido organizada para comemorar os 19 anos do grupo. O evento contou com uma grande estrutura, teve show de luzes e fogos de artifício e foi realizado no último sábado na comunidade de Vigário Geral, na Zona Norte. Procurada, a polícia militar informou que não recebeu nenhum comunicado prévio sobre o evento, e as autoridades afirmaram que o mais importante é seguir nas investigações para apontar quem está por trás das organizações criminosas que promovem esses bailes. A região faz parte do chamado Complexo de Israel, área controlada por Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, apontado como um dos chefes da facção. O traficante chegou a se esconder na Bolívia, mas já estaria de volta ao Brasil.

Fuzis apontados para o alto, bebida em abundância, drogas e música alta varando a noite marcaram a comemoração de aniversário de uma facção criminosa do Rio de Janeiro, o Terceiro Comando Puro. As imagens da festa vieram à tona e expuseram o tom ostensivo com que o grupo celebrou a data, em plena comunidade da capital fluminense, sem qualquer preocupação em esconder o armamento pesado exibido pelos participantes.

No centro do caso está um vídeo que registrou a celebração. Segundo o relato, as imagens foram feitas durante uma festa que teria sido organizada para comemorar os 19 anos do Terceiro Comando Puro, uma das facções que atuam no Rio, e mostram a mistura de música, drogas e armas manuseadas com naturalidade pelos participantes ao longo do evento, num cenário que chamou a atenção pela ousadia.

A comemoração não foi improvisada. Segundo o relato, o evento contou com uma grande estrutura, teve show de luzes e fogos de artifício e foi realizado no último sábado na comunidade de Vigário Geral, na Zona Norte da cidade, uma das regiões marcadas pela presença de grupos criminosos armados e pela disputa por territórios no Rio de Janeiro.

A reação oficial começou pela corporação responsável pelo policiamento ostensivo. Segundo o relato, procurada, a polícia militar informou que não recebeu nenhum comunicado prévio sobre o evento, o que indica que a festa foi montada e realizada sem qualquer autorização ou aviso às forças de segurança que atuam na área onde tudo aconteceu.

As autoridades trataram o episódio como parte de um problema mais amplo. Segundo o relato, o foco, de acordo com o poder público, deve ser seguir nas investigações no sentido de apontar quem está por trás das organizações criminosas que promovem esses bailes e festas, e não apenas reagir a cada evento isolado que acaba vindo à tona em imagens divulgadas.

A localização da festa ajuda a explicar o contexto do domínio criminoso na região. Segundo o relato, a área faz parte do chamado Complexo de Israel, território controlado por Álvaro Malaquias Santa Rosa, conhecido como Peixão, apontado como um dos chefes da facção responsável pela comemoração que foi registrada e depois divulgada em vídeo.

A figura à frente do grupo também está no radar das investigações. Segundo o relato, o traficante chegou a se esconder na Bolívia, mas já estaria de volta ao Brasil, um dado que reforça o interesse das autoridades em localizar as lideranças por trás das facções que promovem esse tipo de evento em áreas mantidas sob seu controle na cidade.

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