Uma jovem, identificada como Maria Eduarda, morreu após saltar do alto de uma ponte sem a corda de segurança, durante uma atividade de esporte radical realizada no interior de São Paulo no último fim de semana. O caso terminou com seis pessoas presas e segue sob investigação.
Segundo as informações apuradas, o salto deveria ser a etapa final de uma aventura na qual a pessoa pula amarrada por cordas a partir da ponte. No entanto, o salto foi feito sem a corda e a jovem morreu na queda livre, em uma cena que chocou quem acompanhava a atividade.
A reportagem teve acesso a imagens inéditas do dia da tragédia, registradas no momento em que a atividade acontecia. As gravações ajudam a reconstruir o que ocorreu e fazem parte do material analisado pelas autoridades responsáveis pela apuração.
De acordo com os relatos, outras pessoas chegaram a saltar no mesmo dia, antes do acidente que vitimou a jovem. A movimentação no local e a sequência dos saltos estão entre os pontos examinados pelos investigadores para entender como a falha aconteceu.
As imagens também mostram o momento da prisão dos funcionários envolvidos na queda e na morte da jovem. Ao todo, seis pessoas foram levadas para a prisão, e a apuração busca esclarecer a responsabilidade de cada um dos detidos no caso.
Uma semana após a tragédia, parte das perguntas já foi respondida, enquanto outras seguem sob investigação. O episódio acendeu um alerta no país para os riscos desse tipo de aventura e reforçou a cobrança por medidas de segurança em atividades de esporte radical.
