Um negócio que não se concretizou terminou com a morte de um empresário dentro de um galpão em Arujá, na região metropolitana de São Paulo. Segundo o relato, Vitor Hugo, de 29 anos, foi morto a tiro no local, em um caso que a polícia trata como ligado a um desentendimento entre pessoas que estavam prestes a fazer sociedade.
A motivação apontada pelos investigadores está no campo dos negócios. De acordo com a delegacia de Arujá, tudo aconteceu por conta de uma desavença comercial, após uma negociação que envolvia a criação de uma empresa entre as partes.
O acordo que estava em andamento tinha um objeto específico. Segundo os investigadores, os dois seriam sócios em um galpão de reciclagem no estado do Rio de Janeiro, mas essa negociação não deu certo e acabou azedando a relação entre eles.
Diante do impasse, um encontro foi marcado no galpão em Arujá. De acordo com o relato, o principal suspeito, identificado como Wanderson, veio da região do Rio de Janeiro para conversar com a vítima, Vitor Hugo, dentro do galpão, em uma área industrial da cidade, onde os dois se encontraram.
A conversa, porém, durou muito pouco. Segundo os funcionários que estavam no local, os dois tiveram uma conversa muito rápida e, logo em seguida, foi ouvido o primeiro disparo, quando Vitor Hugo foi atingido na cabeça.
O socorro chegou a ser acionado, mas não foi suficiente. De acordo com o relato, Vitor Hugo foi levado a um hospital da região, onde a morte acabou sendo confirmada pela equipe médica pouco depois da chegada.
Conhecido na região, o empresário deixou a família sem respostas. Segundo o relato, a mãe de Vitor Hugo, um empresário de 29 anos há tempos atuante no local, disse estar inconformada e desesperada, afirmando não saber por que aquilo havia acontecido.
Enquanto a família busca explicações, a polícia se concentra na captura do suspeito. De acordo com as investigações, os agentes fazem buscas por Wanderson, que acreditam estar em uma cidade próxima da região, e trabalham para recuperar mensagens de telefone que ajudem a esclarecer o caso.
