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Viúva é presa por mandar matar marido policial em São Paulo

Viúva é presa por mandar matar marido policial em São Paulo

Maria Francileide foi presa novamente, acusada de mandar matar o próprio marido, o policial civil Arnaldo José Nascimento, na zona leste de São Paulo. O crime aconteceu em janeiro do ano passado, quando dois homens disfarçados de catadores entraram na gráfica onde ele estava e atiraram. As investigações apontaram que a viúva planejou a execução, teria tentado antes envenenar o marido com chumbinho e depois pago 200 mil reais pelo assassinato.

A Justiça de São Paulo determinou uma nova prisão no caso do assassinato de um policial civil na capital paulista. Maria Francileide foi presa novamente, acusada de ter mandado matar o próprio marido, o policial civil Arnaldo José Nascimento. Segundo as investigações, ela seria a responsável por planejar a execução do companheiro, em um crime que ganhou repercussão pela frieza com que teria sido arquitetado.

O crime aconteceu em janeiro do ano passado, na zona leste de São Paulo. De acordo com o apurado, dois homens disfarçados de catadores de materiais recicláveis entraram na gráfica onde o policial estava, efetuaram os disparos e fugiram a pé em seguida. A ação rápida e planejada chamou a atenção das autoridades desde o início das investigações.

Logo após os disparos, a esposa apareceu correndo em desespero, como se também fosse mais uma vítima da tragédia. No começo, a polícia chegou a acreditar que se tratava de um latrocínio, já que a arma e o dinheiro do policial haviam sido levados do local. Essa primeira versão, no entanto, começou a ruir com o avanço da apuração.

As investigações passaram a mudar de rumo quando os investigadores descobriram que a viúva mantinha contato com um dos assassinos. Diante das evidências, ela chegou a ser presa ainda no ano passado, mas respondeu ao processo em liberdade. Com o andamento do caso, todos os envolvidos foram identificados e acabaram presos pelas autoridades.

O homem apontado como autor dos disparos confessou o crime e revelou em detalhes como o assassinato teria sido planejado pela esposa do policial. Segundo o delegado responsável pelo caso, Maria Francileide teria tentado primeiro envenenar o marido com chumbinho e, como o plano não deu certo, teria decidido pagar 200 mil reais pela execução. A viúva também não demonstrou abalo com a morte e chegou a buscar informações sobre a pensão antes mesmo do enterro.

Com o avanço do processo, a Justiça expediu um novo mandado de prisão, e Maria Francileide foi presa novamente. O caso segue em tramitação, com a apuração de todas as responsabilidades dos envolvidos no planejamento e na execução do crime. A prisão renovada representa um novo capítulo em uma investigação marcada por reviravoltas desde a morte do policial civil.

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