Motoristas que circulam por uma das principais vias da Grande São Paulo passam a ter um novo motivo de atenção ao volante. Segundo o relato, já está valendo a aplicação de multas a partir de imagens geradas por radares com inteligência artificial instalados no Rodoanel, em São Paulo, encerrando a fase em que o sistema apenas registrava sem punir.
A mudança marca o fim de um período de adaptação da tecnologia. De acordo com o relato, o sistema passou por um período de testes entre maio e junho e, neste mês, os registros começaram a ser efetivamente usados para autuar os infratores, o que na prática significa multas para quem for flagrado.
A fiscalização está concentrada em pontos específicos da via. Segundo o relato, o monitoramento mais rigoroso acontece nos trechos sul e leste do Rodoanel Mário Covas, áreas que passam a contar com um controle mais próximo do comportamento dos motoristas.
O que dá musculatura ao sistema é o tipo de equipamento utilizado. De acordo com o relato, a fiscalização conta com câmeras de última geração equipadas com inteligência artificial e infravermelho, além de uma coleta de dados que é feita 24 horas por dia, sem interrupção.
As informações capturadas vão além da placa do veículo. Segundo o relato, os dados incluem a imagem do motorista e são enviados para um sistema compartilhado com a Polícia Militar Rodoviária, o que amplia o alcance da fiscalização para além das autuações de trânsito comuns.
Com a virada de chave, a expectativa é de que o comportamento no trânsito mude. Segundo o relato, depois do período em que a tecnologia estava sendo avaliada, o Rodoanel entra agora em uma fase de fiscalização ativa, em que as imagens deixam de ser apenas um teste e passam a gerar consequências reais para os condutores.
