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Eduarda Salvaro é morta por asfixia e namorado é preso em SC

Eduarda Salvaro é morta por asfixia e namorado é preso em SC

Eduarda Salvaro, de 24 anos, foi encontrada morta dentro de um apartamento onde morava com o namorado. Segundo a polícia, ele disse que ela havia tirado a própria vida, mas a versão não se sustentou: a cena teria sido modificada para simular um suicídio. A perícia concluiu que Eduarda morreu por asfixia, e o caso é tratado como feminicídio. O namorado, de 24 anos, foi preso e teve a prisão convertida em preventiva.

O sumiço de uma jovem que costumava manter contato constante com a família acabou revelando um crime. Segundo o relato, parentes e amigos estranharam o silêncio de Eduarda Salvaro, de 24 anos, e decidiram ir até o apartamento onde ela morava com o namorado. Ao chegarem, encontraram Eduarda já morta, enquanto o companheiro aparentava estar desesperado.

A primeira explicação apresentada pelo namorado não convenceu os investigadores. De acordo com as informações, ele disse à polícia que Eduarda teria tirado a própria vida. A versão, porém, começou a ruir diante das primeiras perguntas, já que ele não havia pedido socorro antes e só demonstrou desespero quando os agentes chegaram ao local.

A atuação da perícia foi decisiva para mudar o rumo do caso. Conforme o relato, os peritos perceberam que havia algo estranho na cena e concluíram que o ambiente teria sido modificado para parecer um suicídio. Ao analisar o corpo de Eduarda, a investigação apontou que a jovem, na verdade, morreu por asfixia.

O tempo em que o corpo permaneceu no imóvel reforçou a gravidade do episódio. Segundo o relato, a primeira informação da polícia é de que Eduarda já estava sem vida no apartamento havia cerca de dois dias quando foi localizada. Foi a falta de notícias, sentida por companheiros, amigos e familiares, que levou à descoberta do corpo.

Diante das contradições, a investigação se voltou para o próprio namorado. De acordo com as informações, o principal suspeito é um jovem de 24 anos, que, segundo a polícia, tentou modificar a cena do crime para que o caso parecesse um suicídio. Ele ainda tentou fugir e chegou a se esconder em Cocal do Sul, um pequeno município próximo a Criciúma.

A polícia localizou o suspeito e formalizou a prisão, que avançou para uma medida mais rígida. Conforme o relato, ele foi preso em flagrante e a prisão acabou convertida em preventiva, com o crime sendo tratado como feminicídio por asfixia. A motivação ainda não foi detalhada, e os investigadores buscam montar a cronologia dos fatos para entender como Eduarda perdeu a vida.

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