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Vereador de São Paulo é preso em operação contra lavagem do PCC

Vereador de São Paulo é preso em operação contra lavagem do PCC

Uma operação contra a lavagem de dinheiro do crime organizado terminou com a prisão de um vereador em São Paulo. Segundo a reportagem, a Polícia Civil, em conjunto com o GAECO, grupo de atuação ao crime organizado, cumpriu pelo menos 100 mandados em todo o estado de São Paulo, em uma ação que mira um suposto esquema de lavagem de dinheiro do PCC por meio do transporte público da capital. Até o momento, três pessoas foram presas: o vereador de São Paulo Senival Moura, do PT, preso na manhã desta data, um integrante da facção criminosa e o presidente da concessionária de ônibus Transunião, Lourival Monário. A polícia identificou a atuação de um núcleo paralelo responsável por decisões estratégicas da companhia, incluindo a transferência de recursos para o crime organizado, e apontou que o capital social da empresa saltou de pouco mais de R$ 100 mil para mais de R$ 50 milhões, sem que a origem dos recursos fosse devidamente esclarecida.

Uma operação contra a lavagem de dinheiro do crime organizado terminou com a prisão de um vereador em São Paulo. Segundo a reportagem, a Polícia Civil, em conjunto com o GAECO, grupo de atuação ao crime organizado, cumpriu pelo menos 100 mandados em todo o estado de São Paulo, em uma ação que mira um esquema ligado ao PCC no transporte público da capital.

Entre os presos está um parlamentar da capital paulista. Segundo a reportagem, o vereador de São Paulo Senival Moura, do PT, foi preso na manhã desta data e é investigado por um suposto esquema de lavagem de dinheiro do PCC por meio do transporte público, ao lado de outros alvos da operação deflagrada pelas autoridades.

Além do vereador, outras pessoas foram detidas. Segundo a reportagem, até o momento três pessoas foram presas: o próprio vereador, um integrante da facção criminosa e o presidente da concessionária de ônibus Transunião, Lourival Monário, apontado como uma das peças do esquema que está sendo investigado.

A investigação aponta para uma estrutura montada dentro da empresa. Segundo a reportagem, a polícia identificou a atuação de um núcleo paralelo responsável por decisões estratégicas da companhia, incluindo a transferência de recursos para o crime organizado, o que estaria no centro do esquema apurado.

Um dos pontos que mais chamaram a atenção dos investigadores foi a evolução financeira da empresa. Segundo a reportagem, o capital social da companhia saltou de pouco mais de R$ 100 mil para mais de R$ 50 milhões, sem que a origem dos recursos fosse devidamente esclarecida, o que reforçou as suspeitas das autoridades.

A ação cumpre mandados judiciais contra os suspeitos e segue em andamento. Segundo a reportagem, os mandados foram expedidos no âmbito da operação, que busca esclarecer como o esquema de lavagem teria se utilizado da empresa de ônibus para movimentar recursos ligados ao crime organizado em São Paulo.

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