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Morre menino de 3 anos agredido em Viamão e mãe também é presa

Morre menino de 3 anos agredido em Viamão e mãe também é presa

Um missionário norte-americano preso em Viamão, na região metropolitana de Porto Alegre, por agredir o próprio filho de 3 anos passou a responder por um caso ainda mais grave depois que o menino morreu. Segundo o relato, a criança havia chegado ao hospital em estado gravíssimo, com sinais de agressão, e o homem confessou o crime. Com a morte do menino, a investigação segue para responsabilizar o pai, que permanece preso, e a mãe do garoto também foi presa. A prefeitura de Viamão reconheceu que houve falhas na rede de proteção e anunciou uma nova investigação para entender onde o atendimento falhou. O casal tem cinco filhos e vive no Brasil há nove anos.

Um missionário norte-americano foi preso em flagrante, suspeito de agredir o próprio filho de 3 anos em Viamão, na região metropolitana de Porto Alegre. O caso chamou a atenção pela gravidade do quadro apresentado pela criança e pelo fato de o suspeito ser o pai do menino.

A situação veio à tona a partir do estado de saúde do menino. De acordo com as informações, a criança chegou ao hospital em estado gravíssimo, apresentando sinais de agressão, o que levou as autoridades a agir e a apurar a origem dos ferimentos.

Segundo o relato, a agressão teria ocorrido em um momento de rotina da família. A família acordava e o pai passou pelo quarto do menino, e, ao entender que a criança não o cumprimentou da forma como esperava, partiu para a agressão contra o próprio filho.

Diante das evidências, houve uma admissão por parte do suspeito. De acordo com as informações, o homem, que mora na rua onde os fatos ocorreram, confessou o crime, o que reforçou a decisão das autoridades de mantê-lo preso enquanto a investigação avança.

A partir de agora, o foco da apuração passa a ser o histórico do caso. Segundo o relato, a polícia quer saber há quanto tempo as agressões aconteciam, buscando esclarecer se o episódio foi isolado ou se fazia parte de uma rotina de violência dentro de casa.

Preocupada com o bem-estar das demais crianças, a autoridade responsável tomou medidas imediatas. De acordo com as informações, a delegada solicitou medidas de proteção para as crianças. O casal tem cinco filhos e vive no Brasil há nove anos, e o homem dizia ser missionário, mas sem emprego fixo.

Em um novo e trágico desdobramento, a criança não resistiu. Segundo o relato, o menino de 3 anos morreu, o que fez o caso ganhar contornos ainda mais graves, e a investigação passou a se concentrar em responsabilizar o pai, que permanece preso enquanto as autoridades apuram o que aconteceu com o filho.

A apuração também alcançou a mãe do garoto. De acordo com o relato, a mãe do menino foi presa e passou a responder igualmente no âmbito do caso, enquanto as autoridades reúnem os elementos sobre a conduta dos dois responsáveis pela criança que morreu.

O episódio ainda expôs falhas na proteção à criança. Segundo o relato, diante da repercussão do caso, a prefeitura de Viamão reconheceu que houve falhas na rede de proteção e anunciou uma nova investigação para entender onde o atendimento falhou, em uma tentativa de esclarecer por que o desfecho não foi evitado.

Em um novo desdobramento, um relatório do Conselho Tutelar de Viamão trouxe mais detalhes sobre o ambiente familiar. Segundo o relato, as irmãs da criança que morreu relataram agressões que teriam sido praticadas também pela mãe, e um outro irmão resistia em permitir a avaliação do próprio corpo, além de orientar as irmãs para que não exibissem lesões nem relatassem os fatos aos profissionais. Ainda de acordo com o documento, enquanto uma das crianças apanhava, as demais presenciavam a cena e também eram agredidas caso demonstrassem tristeza ou discordância.

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