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Aeronave clandestina é interceptada em Roraima e cai em um rio perto de Boa Vista, com carga de skunk a bordo

Aeronave clandestina é interceptada em Roraima e cai em um rio perto de Boa Vista, com carga de skunk a bordo

Uma aeronave sem identificação teve o voo interceptado em Roraima e caiu em um rio próximo à capital, Boa Vista. O piloto, que havia decolado da Venezuela, fez um pouso forçado na água e fugiu. O avião estava carregado com skunk, droga derivada da maconha. A Força Aérea Brasileira monitora voos clandestinos do crime organizado com caças supersônicos.

Uma aeronave sem identificação teve o voo interceptado em Roraima e acabou caindo em um rio próximo à capital do estado, Boa Vista. O caso ocorreu nesta semana e expõe a rotina de combate aos voos clandestinos na região de fronteira.

Segundo as informações sobre o caso, o piloto havia decolado da Venezuela e, ao ser interceptado, fez um pouso forçado na água. Em seguida, ele fugiu do local, deixando a aeronave para trás.

O avião estava carregado com skunk, uma droga derivada da maconha. A carga reforça a suspeita de que a aeronave era utilizada por estruturas ligadas ao tráfico, que recorrem a rotas aéreas clandestinas para escapar da fiscalização.

Todos os aviões que cruzam o céu do país são acompanhados em centros de controle de tráfego aéreo. Para voar de forma regular, é obrigatório apresentar plano de voo e a identificação tanto da aeronave quanto dos pilotos.

Nos voos clandestinos utilizados pelo crime organizado, porém, não existe nada disso. São justamente essas aeronaves, que voam sem identificação e sem plano de voo, que os caças da Força Aérea Brasileira saem para localizar e interceptar.

Para essas missões, a Força Aérea utiliza caças supersônicos de fabricação sueca, aeronaves fortemente armadas. Durante uma interceptação, o caça se aproxima da aeronave monitorada e passa a emitir sinais de alerta para exigir a identificação e a obediência do piloto.

O protocolo prevê uma sequência de etapas. Caso os pilotos da aeronave interceptada não respeitem as orientações do caça da Força Aérea Brasileira, o passo seguinte pode ser o de abater a aeronave, medida extrema reservada aos casos em que não há cooperação.

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