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Pai responde por lesão corporal após uma criança ser baleada pelo irmão com a espingarda da família em Pavão

Pai responde por lesão corporal após uma criança ser baleada pelo irmão com a espingarda da família em Pavão

Em Pavão, no Vale do Mucuri, em Minas Gerais, uma criança de seis anos foi baleada pelo irmão, um adolescente de 12 anos, com uma espingarda dentro de casa. Segundo a polícia, o adolescente encontrou a arma em cima de uma cama e, ao mexer nela por curiosidade, acabou apertando o gatilho. O pai, dono da arma, admitiu que o armamento era dele e disse que não imaginava que as crianças pudessem chegar até ele. Ele pagou fiança de dez mil reais e vai responder em liberdade por lesão corporal. As investigações prosseguem para apurar a participação de outra criança e possíveis alterações na cena.

Uma criança de seis anos foi baleada dentro de casa, na zona rural de Pavão, no Vale do Mucuri, em Minas Gerais. O caso reacendeu o alerta sobre os riscos de manter armas de fogo em residências onde vivem crianças.

Segundo a polícia, a menina foi atingida na cabeça por um disparo de espingarda. O autor do disparo foi o próprio irmão, um adolescente de 12 anos, em um episódio tratado como acidente.

De acordo com o relato, o adolescente encontrou a arma em cima de uma cama. Ao mexer na espingarda por curiosidade, ele acabou apertando o gatilho e atingiu a irmã dentro da própria casa da família.

O pai, dono da arma, admitiu que o armamento era dele. Ele afirmou que não imaginava que as crianças pudessem chegar até a espingarda ou supor que ali havia o armamento.

Diante do caso, o pai pagou fiança de dez mil reais e vai responder em liberdade por lesão corporal. A responsabilização recai sobre o adulto dono da arma, em meio à apuração das circunstâncias.

As investigações prosseguem para saber se outra criança que estava na casa teve alguma participação no evento e se houve modificações na cena, o que poderia configurar crime de fraude processual. Especialistas em segurança reforçam que impedir fisicamente o acesso de crianças às armas é responsabilidade do adulto.

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