Uma promotora de justiça do Amazonas morreu afogada em uma praia do litoral norte da Bahia, em um caso que ganhou repercussão porque ela estava no estado justamente para participar de um congresso da área jurídica. O que seria um momento de lazer terminou em tragédia.
A vítima foi identificada como Marlinda Maria Dutra de Oliveira, de 58 anos, promotora de justiça de Manaus. Ela havia viajado à Bahia para acompanhar um congresso do Ministério Público e, em um intervalo do evento, resolveu ir até a praia e entrar no mar.
O afogamento aconteceu na Praia do Forte, em Mata de São João, no litoral norte da Bahia, a cerca de 60 quilômetros da capital baiana, Salvador. A promotora havia entrado no mar na companhia de uma amiga quando acabou não resistindo.
O trecho onde as duas entraram é conhecido pelo risco. De acordo com o relato, elas foram para uma área depois dos corais, ponto conhecido pela força das ondas e pela ocorrência de correntezas, condições que tornam o banho de mar especialmente perigoso naquele local.
A amiga que estava com ela, identificada como Teresinha de Jesus Duarte, também passou por dificuldades na água, mas foi resgatada com vida. Ela foi encaminhada para atendimento médico por um helicóptero do Grupamento Aéreo da Polícia Militar da Bahia, e o seu estado de saúde foi descrito como estável, porém delicado.
Marlinda tinha uma trajetória no Ministério Público do Amazonas, onde estava à frente de uma promotoria especializada em Manaus. Colegas e a própria instituição destacaram uma atuação marcada por responsabilidade e firmeza diante das demandas que chegavam ao órgão.
A morte dela foi o segundo afogamento com vítima fatal nas praias da Bahia na mesma semana. Dias antes, um jovem de 23 anos, identificado como Pedro Lucas, também havia morrido após se afogar na praia de Vilas do Atlântico, em Lauro de Freitas, na região metropolitana de Salvador.
