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MP do Rio denuncia quatro por morte do advogado Marinho Crespo

MP do Rio denuncia quatro por morte do advogado Marinho Crespo | AVALW News

O Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou quatro homens por participação no assassinato do advogado Rodrigo Marinho Crespo, ocorrido em 2024. Segundo a Record News, o contraventor Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilcinho, foi apontado como o mandante do crime, e entre os acusados está o policial militar Renato Franco Lopes, conhecido como Pitbull ou Fantasma, preso nesta segunda-feira, que teria dado apoio à ação. Adilcinho e outro denunciado já estavam presos, enquanto um quarto suspeito está foragido. De acordo com o MP, Adilcinho é chefe de uma organização criminosa ligada à exploração de jogos de azar, ao contrabando de cigarros e também à prática de homicídios, e agora cabe à justiça decidir se os acusados se tornarão réus.

O caso do assassinato de um advogado no Rio de Janeiro ganhou um novo capítulo na Justiça. Segundo a Record News, o Ministério Público da capital carioca denunciou quatro homens por participação no assassinato do advogado Rodrigo Marinho Crespo, crime ocorrido em 2024.

No centro da denúncia está a identificação de quem teria ordenado a morte. De acordo com a reportagem, o contraventor Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilcinho, foi apontado pelo Ministério Público como o mandante do crime.

Entre os denunciados aparece também um agente de segurança pública. A Record News informa que está entre os acusados o policial militar Renato Franco Lopes, conhecido como Pitbull ou Fantasma, preso nesta segunda-feira, e que, segundo a acusação, ele teria dado apoio à ação.

A situação prisional dos envolvidos varia entre os quatro nomes. Segundo a reportagem, Adilcinho e outro denunciado já estavam presos no momento da denúncia, enquanto um quarto suspeito está foragido, ainda sem ser localizado pelas autoridades.

A denúncia insere o crime no contexto de uma estrutura criminosa mais ampla. De acordo com o Ministério Público, citado pela Record News, Adilcinho é chefe de uma organização criminosa ligada à exploração de jogos de azar, ao contrabando de cigarros e também à prática de homicídios.

A partir de agora, o caso segue o rito processual previsto para esse tipo de acusação. A Record News destaca que cabe à justiça analisar a denúncia apresentada e decidir se os acusados se tornarão réus ou não, etapa que definirá o prosseguimento da ação penal.

Assim, a denúncia contra os quatro homens marca um avanço nas investigações sobre a morte de Rodrigo Marinho Crespo, ao reunir num mesmo processo o suposto mandante, um policial militar acusado de dar apoio e outros envolvidos, com a expectativa de que a análise judicial esclareça a responsabilidade de cada um no crime de 2024, conforme apurou a Record News.

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