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Falso cuidador que se passava por técnico de enfermagem é preso em SP

Falso cuidador que se passava por técnico de enfermagem é preso em SP

Um homem que se passava por cuidador foi preso em São Paulo, em um caso tratado pela polícia como um golpe que explorava a vulnerabilidade de pessoas que precisavam de cuidados. Segundo as informações, ele se apresentava como técnico de enfermagem para ganhar a confiança das vítimas e se aproveitava da confiança depositada em agências que oferecem esse tipo de serviço. Alvo de uma operação, o suspeito apagava rastros mudando constantemente de endereço. Em um novo desdobramento, o homem foi identificado como Gustavo Gomes da Silva Mousse, de 32 anos, preso preventivamente, e já são 18 as famílias que registraram boletim de ocorrência contra ele. Entre os casos está o de um idoso de 79 anos de quem ele cuidou por cerca de dez dias e que morreu pouco depois, com a família descobrindo, em meio ao luto, que joias antigas haviam sumido. As apurações reforçaram que ele não tinha formação em enfermagem e que trabalhava por meio de empresas que não checavam a falsa qualificação nem o histórico criminal.

Um homem que se passava por cuidador foi preso em São Paulo, em um caso que a polícia trata como um golpe voltado contra pessoas em situação vulnerável. A prisão expôs um esquema que se apoiava na necessidade de famílias que buscavam apoio para cuidar de quem precisava de atenção em casa.

A forma de aproximação era um dos pontos centrais do caso. Segundo as informações, o suspeito se apresentava como técnico de enfermagem para ganhar a confiança das vítimas, usando essa suposta qualificação como porta de entrada para se aproximar das pessoas que atendia.

Além da confiança pessoal, ele explorava um outro tipo de credibilidade. De acordo com o relato, o homem se aproveitava da confiança que as pessoas depositavam nas agências que oferecem serviços de cuidador, o que ajudava a reduzir a desconfiança de quem o contratava.

O caso chegou à polícia e virou alvo de uma ação específica. Segundo as informações, o suspeito passou a ser alvo de uma operação policial montada para localizá-lo e interromper a atuação que vinha mantendo junto às vítimas.

A investigação também apontou como ele tentava dificultar a sua identificação. De acordo com o relato, o suspeito apagava rastros mudando constantemente de endereço, uma estratégia que atrasava o trabalho dos investigadores e dificultava que as vítimas soubessem onde encontrá-lo.

Com a prisão, a expectativa é de que o caso ainda cresça. Segundo as informações, o delegado responsável acredita que novas vítimas podem aparecer agora que o suspeito foi detido, e a polícia segue apurando a extensão do golpe e quantas pessoas podem ter sido atingidas.

Em um novo desdobramento, o suspeito foi identificado pelas autoridades. Segundo as informações, trata-se de Gustavo Gomes da Silva Mousse, de 32 anos, que foi preso preventivamente, e até o momento 18 famílias já registraram boletim de ocorrência contra ele, um número que indica que o alcance do golpe é bem maior do que se imaginava no começo da investigação.

Entre os casos que vieram à tona está o de um idoso de 79 anos, de quem o homem chegou a cuidar por cerca de dez dias. De acordo com o relato da filha, o pai, que já estava doente, passou a apresentar sonolência depois que o cuidador começou a atendê-lo, foi internado e morreu cerca de duas semanas mais tarde. Em meio ao luto, a família descobriu que joias que lhe pertenciam havia décadas tinham desaparecido.

As apurações reforçaram que o homem não tinha formação na área de enfermagem, apesar de se apresentar como técnico. Segundo o relato, ele trabalhou por meio de empresas do setor, uma delas em um prédio na região central de São Paulo, e em nenhuma delas a falsa qualificação ou o histórico criminal foram questionados antes de ele ser contratado e enviado para as casas das vítimas.

A facilidade com que ele era contratado passou a ser um dos pontos centrais da investigação. De acordo com o relato, a polícia quer entender como alguém que já vinha sendo investigado por aplicar golpes contra várias famílias continuou entrando em novas casas sem ser impedido, uma vez que uma simples consulta pelo nome completo no site do Tribunal de Justiça de São Paulo já mostraria os processos criminais em seu nome.

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