O tenente da Rota Ronixon Pimentel dos Santos foi atingido por disparo no sábado em São Caetano do Sul, no ABC Paulista, e permanece internado em estado gravíssimo. O ataque, registrado por câmeras de segurança, mobilizou as investigações da polícia, que já decretou a prisão temporária de dois suspeitos.
As imagens mostram os momentos anteriores ao crime. O atirador aparece saindo de um carro branco estacionado e, em seguida, sobe na garupa de uma motocicleta para se aproximar do policial. Outras câmeras registram o tenente parado em um semáforo, também sobre uma moto, quando os dois homens se aproximam.
De acordo com o registro, o passageiro da moto saca a arma e atira contra o policial antes de os criminosos fugirem do local. O tenente foi socorrido inconsciente e levado por um helicóptero Águia da Polícia Militar a um hospital em Santo André, onde passou por cirurgia. Segundo as informações, foi atingido de forma grave por um dos disparos.
No início da tarde, a Justiça decretou a prisão temporária de dois suspeitos, um de 40 anos e outro de 52. Segundo as investigações, eles teriam dado apoio logístico à dupla responsável pelos disparos contra o tenente. As armas usadas pelos suspeitos foram apreendidas e passaram por perícia.
Conforme a apuração, um dos detidos é réu confesso, enquanto o outro é apontado por elementos probatórios reunidos pelos investigadores. Questionado sobre a motivação do ataque, um deles preferiu permanecer em silêncio e afirmou que não falaria mais nada sobre o caso.
Com o avanço das apurações, a polícia informou ter identificado o homem apontado como autor dos disparos contra o tenente, embora o nome do suspeito não tenha sido divulgado. As autoridades trataram a captura dos envolvidos como prioridade, em um caso que ganhou forte repercussão pela natureza do ataque a um oficial da corporação.
Em um novo desdobramento, um homem apontado como suspeito de envolvimento na tentativa de execução do tenente foi morto pela Rota na Zona Leste de São Paulo. Segundo os agentes, ele teria atirado contra a viatura no momento da abordagem. As circunstâncias da ação policial devem ser apuradas, conforme prevê o procedimento nesses casos.
Os investigadores também localizaram um dos carros usados como apoio pelos atiradores durante o plano de execução. O veículo, que aparece nas imagens dando cobertura no dia do atentado, foi levado a uma unidade no centro de São Paulo e passa por perícia detalhada para identificar quem mais participou da ação.
Em um novo desdobramento, a polícia divulgou a foto do homem apontado como autor dos disparos contra o tenente e apreendeu mais um carro utilizado no crime, um segundo veículo, dessa vez na cor vermelha, que teria sido usado durante a madrugada como parte do apoio à ação. A divulgação da imagem do atirador marca uma nova fase das buscas, com o objetivo de reunir informações que ajudem a localizar o suspeito ainda foragido.
De acordo com a apuração, a linha de investigação aponta que o ataque teria sido planejado por uma facção criminosa, em suposta retaliação a operações recentes comandadas pelo tenente contra o crime organizado. A principal motivação, no entanto, ainda é tratada como objeto de investigação.
Em novos desdobramentos, a polícia identificou o suposto autor dos disparos como Hércules da Costa Siqueira, conhecido como Golias, e pediu a prisão temporária dele. A identificação representa um avanço em relação à fase anterior, quando a corporação havia divulgado a foto do atirador para tentar localizá-lo.
Além disso, um homem apontado como suspeito de participação no ataque, identificado como Helenilson Misael da Silva, o galego, foi morto em uma troca de tiros em Peruíbe, no litoral sul de São Paulo. Segundo os agentes, ele teria reagido à abordagem policial e, mesmo socorrido, não resistiu. A polícia investiga se ele participou da tentativa de assassinato do tenente, em mais um capítulo das buscas por todos os envolvidos.
Quanto ao estado de saúde, o tenente segue internado, e informações mais recentes indicaram resposta ao tratamento e alguns sinais de melhora, ainda que o quadro permaneça delicado. Ele havia sido atingido por disparo e passou por cirurgia em um hospital estadual na região do ABC Paulista.
O episódio também chamou a atenção por envolver um policial cuja família já havia sido marcada por uma tragédia: Ronixon é irmão de uma adolescente morta em 2008, em um caso de grande repercussão no país. Diante do novo ataque, representantes da corporação afirmaram que levar os responsáveis à Justiça é uma questão de honra.
Em um novo avanço da investigação, os agentes identificaram o homem apontado como autor dos disparos contra o tenente. Trata-se de Hércules da Costa Siqueira, conhecido como Golias ou Peruca. Nas imagens mais recentes, ele aparece de boné ao lado da mulher e das filhas em Taubaté, no interior de São Paulo, e os investigadores acreditam que o grupo seguia em direção ao litoral do estado. A polícia trabalha com a suspeita de que ele estaria tentando deixar o país ao lado da família, além de outros três possíveis envolvidos já identificados.
Segundo a investigação, o ataque foi planejado com antecedência. Minutos depois dos disparos, um carro branco foi flagrado por câmeras de monitoramento; o mesmo veículo teria passado 96 vezes pela região onde o tenente costumava circular. A polícia aponta que a rotina do policial vinha sendo acompanhada pelos criminosos havia mais de três meses. As autoridades tentam reconstruir o trajeto de fuga com base na quebra dos sigilos telefônico e telemático dos envolvidos e em informações de deslocamento, enquanto os apontados como responsáveis seguem preservados pela presunção de inocência até o desfecho do processo.
Em mais um desdobramento divulgado nesta manhã, a polícia prendeu um suspeito apontado como responsável por abandonar a motocicleta usada no ataque ao tenente. De acordo com a investigação, ele foi preso na noite anterior na comunidade de Heliópolis, na zona sul da capital paulista, mais um passo na tentativa de reunir todos os envolvidos no atentado. As autoridades informaram ainda que, segundo dados que acabavam de chegar, o homem apontado como autor dos disparos também teria sido preso, informação que a corporação tratava de confirmar enquanto seguia com as diligências do caso.
O suspeito preso na comunidade foi identificado pelas autoridades. Segundo a apuração, trata-se de Luiz Henrique de Oliveira Nascimento, detido pela Rota na noite anterior em uma das comunidades de São Paulo e levado em seguida ao Departamento de Homicídios da capital para prestar depoimento. A prisão foi tratada como mais um avanço na investigação sobre a tentativa de execução do tenente da Rota.
Nesta sexta-feira, o caso ganhou mais um capítulo com a morte de um dos suspeitos. Segundo o relato, dois homens morreram em um confronto com a polícia em São Paulo, e um deles é apontado como piloto da motocicleta envolvida na tentativa de assassinato do tenente Ronixon Pimentel. A troca de tiros ocorreu na comunidade de Heliópolis, na zona sul da capital, e terminou com a morte de Marcelo Jesus Dias, conhecido como Nego Zum.
De acordo com a apuração, Nego Zum tinha ligação com o PCC, era procurado pela Justiça e possuía uma extensa ficha criminal, e teria reagido à abordagem antes de ser morto, com a sua participação no crime ainda sob investigação. Já o criminoso apontado como autor dos disparos contra o tenente continua foragido: Hércules da Costa Siqueira, conhecido como Golias, foi incluído na lista de procurados da Interpol, e as autoridades brasileiras oferecem uma recompensa de 50 mil reais por informações que ajudem a localizá-lo.
Em um novo desdobramento neste sábado, subiu para seis o número de mortos na caçada aos suspeitos de tentar matar o tenente da Rota. Segundo o relato, mais uma operação da tropa de elite da Polícia Militar terminou em troca de tiros, depois de os policiais fazerem buscas na zona leste da capital paulista a partir de uma denúncia anônima de que um dos suspeitos de participação no atentado estaria escondido na região. Enquanto as diligências avançam, o tenente Ronixon Pimentel permanece internado em estado grave, e as circunstâncias das ações policiais devem ser apuradas, conforme prevê o procedimento nesses casos.
Em uma nova operação da Rota na caçada aos envolvidos, mais dois suspeitos do crime foram localizados. Segundo o relato, ao chegar ao endereço, os policiais encontraram um dos homens do lado de fora, que acabou confessando que o comparsa estava escondido na residência; quando os agentes entraram, houve troca de tiros. Márcio dos Santos Ferreira, conhecido como Tetão, estava armado e foi baleado pelos policiais, sendo levado ao hospital pelos militares, mas não resistiu. De acordo com a apuração, Tetão era o motorista do carro branco usado na fuga dos criminosos logo após o atentado, enquanto o suspeito acusado de acobertá-lo foi preso e levado ao Departamento de Homicídios da capital.
