Segundo os relatos, escondido perto de Évora encontra-se um dos mais antigos círculos de pedra da Europa, formado por dezenas de menires de granito erguidos há milhares de anos, muito antes do famoso monumento de Stonehenge.
Segundo os relatos, escondido entre as suaves colinas do Alentejo existe um dos monumentos mais antigos e enigmáticos de toda a Europa. De acordo com os especialistas, trata-se de um enorme conjunto de pedras erguidas pela mão do homem há milhares de anos, muito antes de surgirem as grandes civilizações da Antiguidade.
Mais antigo do que Stonehenge
De acordo com os relatos, este círculo de pedras é frequentemente comparado ao famoso monumento de Stonehenge, em Inglaterra. Os especialistas sublinham, porém, que o conjunto português é ainda mais antigo, tendo sido erguido cerca de dois mil anos antes do seu conhecido primo britânico.
Segundo os investigadores, as suas origens perdem-se num passado muito distante, no período a que se costuma chamar Neolítico. De acordo com os relatos, as primeiras pedras terão sido colocadas há cerca de sete mil anos, quando as comunidades humanas começavam a fixar-se e a cultivar a terra.
Um círculo de pedra no coração do Alentejo

De acordo com os relatos, o monumento situa-se em pleno campo alentejano, não muito longe da cidade de Évora. Os especialistas explicam que é considerado o maior conjunto do género em toda a Península Ibérica, o que o torna um verdadeiro marco da pré-história peninsular.
Segundo os investigadores, o sítio é formado por perto de uma centena de grandes pedras de granito, dispostas em dois anéis. De acordo com os relatos, um dos anéis tem uma forma mais circular, enquanto o outro, de maiores dimensões, apresenta um traçado mais oval e alongado.
Alinhado com o céu
De acordo com os relatos, uma das características mais fascinantes deste lugar é a forma como parece dialogar com o céu. Os especialistas indicam que, em determinado momento, as pedras terão sido reorganizadas para se alinharem com o Sol, a Lua e as estrelas ao longo do ano.
Segundo os investigadores, este cuidado com os astros sugere que o monumento teria um profundo significado simbólico e talvez religioso. De acordo com os relatos, muitos acreditam que servia para marcar as estações do ano ou para acompanhar os grandes ciclos da natureza.
Esquecido e reencontrado
De acordo com os relatos, durante muitos séculos este notável conjunto permaneceu praticamente esquecido, coberto pela vegetação e ignorado pela maioria das pessoas. Os especialistas contam que poucos suspeitavam que ali, no meio do campo, se escondia um monumento tão antigo e importante.
Segundo os investigadores, foi apenas na segunda metade do século passado que o sítio voltou a ganhar destaque. De acordo com os relatos, um geólogo que fazia trabalho de campo na região deparou-se por acaso com as pedras, devolvendo-as assim à atenção do mundo.
Mensagens gravadas na pedra
De acordo com os relatos, algumas das pedras deste conjunto guardam marcas e desenhos gravados na sua superfície. Os especialistas explicam que estes sinais, hoje muitas vezes ténues e difíceis de ler, poderão ter tido um sentido especial para quem os fez há tanto tempo.
Segundo os investigadores, decifrar estas mensagens é um desafio que continua a intrigar quem estuda o passado. De acordo com os relatos, cada pequeno traço na pedra pode ser uma pista preciosa sobre as crenças e os saberes das comunidades que ali viveram.
Um tesouro à espera de visitantes
De acordo com os relatos, o monumento pode hoje ser visitado por quem passa pela região, num cenário de grande beleza e tranquilidade. Os especialistas notam que passear entre estas pedras milenares, rodeado pela paisagem do Alentejo, é uma experiência que impressiona qualquer visitante.
Segundo os investigadores, lugares como este recordam-nos que a história humana é muito mais longa e rica do que por vezes imaginamos. De acordo com os relatos, preservar estes vestígios do passado é uma forma de manter viva a memória daqueles que nos antecederam há milhares de anos.

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