O Amazônia-1, primeiro satélite totalmente brasileiro, completou cinco anos em órbita, enquanto o INPE prepara o Amazônia-1B para 2027. Com base na informação divulgada, contamos os detalhes do programa.
O programa espacial brasileiro voltou a ganhar destaque com as novidades em torno dos satélites da série Amazônia, dedicados à observação do território nacional. Segundo a informação divulgada, o país celebra os resultados do seu primeiro satélite totalmente desenvolvido em casa e já prepara os próximos passos desse esforço.
Neste artigo, e com base na informação divulgada, vamos apresentar de forma organizada os principais pontos sobre esses satélites. Iremos ver a trajetória do Amazônia-1, a plataforma que ele ajudou a consolidar e os planos para o Amazônia-1B, mantendo-nos fiéis aos dados que foram tornados públicos.
O primeiro satélite totalmente brasileiro
Segundo a informação divulgada, o Amazônia-1 é considerado o primeiro satélite totalmente desenvolvido no Brasil, um marco importante para a autonomia tecnológica do país. O projeto envolveu a capacidade técnica nacional em várias etapas, o que reforça o seu valor simbólico e prático para a ciência brasileira.
Lançado da Índia

Segundo a informação divulgada, o Amazônia-1 foi lançado em 28 de fevereiro de 2021, a bordo do foguete PSLV, a partir do centro espacial Satish Dhawan, na Índia. Desde então, o satélite permaneceu em operação e chegou a completar cinco anos em órbita, um período relevante para uma missão deste tipo.
A Plataforma Multimissão
Segundo a informação divulgada, um dos legados mais importantes do Amazônia-1 foi consolidar a chamada Plataforma Multimissão, conhecida pela sigla PMM. Trata-se de uma base tecnológica pensada para ser reaproveitada em diferentes missões nacionais, o que ajuda a reduzir custos e a acelerar novos projetos.
A missão Amazônia-1B
Segundo a informação divulgada, em janeiro de 2026 o INPE assinou um contrato com a empresa SpaceLaunch para os serviços de lançamento do satélite Amazônia-1B. O lançamento está previsto para 2027 e representa a continuidade natural do programa iniciado com o primeiro satélite da série.
Segundo a informação divulgada, o Amazônia-1B deverá ser lançado a bordo do foguete Vega-C, da Avio, a partir do Centro Espacial Europeu em Kourou, na Guiana Francesa. Assim como o antecessor, o novo satélite reutiliza a Plataforma Multimissão, reforçando o aproveitamento da tecnologia nacional já desenvolvida.
Novos objetivos
Segundo a informação divulgada, o Amazônia-1B trará novas capacidades de observação. Ele fornecerá dados para a missão AQUAE, voltada ao monitoramento dos recursos hídricos nacionais, e será uma contribuição brasileira à missão internacional SABIA-Mar, ampliando a observação de oceanos, águas continentais e zonas costeiras.
O orçamento da agência espacial
Segundo a informação divulgada, o orçamento autorizado para a Agência Espacial Brasileira em 2026 é de cerca de 139,5 milhões de reais. Esses recursos destinam-se sobretudo ao Programa Nacional de Atividades Espaciais e à cooperação internacional, o que dá suporte a iniciativas como as da série Amazônia.
Monitoramento ambiental
De uma forma geral, satélites de observação da Terra como os da série Amazônia são valiosos por permitirem acompanhar florestas, corpos de água e o uso do território a partir do espaço. Esse tipo de informação é considerado importante tanto para a ciência quanto para a gestão dos recursos naturais do país.
Autonomia tecnológica
De uma forma geral, o desenvolvimento de satélites próprios costuma ser visto como um passo relevante rumo à autonomia tecnológica de um país. Reaproveitar plataformas já testadas e formar equipes especializadas ajuda a construir uma base sólida para missões cada vez mais ambiciosas no futuro.
Conclusão
Em síntese, a informação divulgada mostra que o Brasil segue avançando no seu programa de satélites, do consolidado Amazônia-1 ao futuro Amazônia-1B. O que ficará por acompanhar é como esses projetos vão evoluir e ampliar a capacidade nacional de observar o próprio território.
Boa análise de INPE.
Bom olhar a fundo sobre INPE.
E isso mesmo.
Bem dito.

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